Irão: Países do G7 devem discutir hoje uso das reservas de petróleo
A reunião deve examinar as consequências económicas da guerra no Médio Oriente, que provocou a subida dos preços do petróleo e do gás na última semana.
A reunião deve examinar as consequências económicas da guerra no Médio Oriente, que provocou a subida dos preços do petróleo e do gás na última semana.
O crude está a disparar nos principais mercados internacionais. As estimativas de que poderá em breve chegar aos 150 dólares parecem cada vez mais alcançáveis. Os restantes ativos estão todos a reagir.
As principais bolsas europeias abriram hoje em forte baixa, depois de no passado fim de semana os Estados Unidos e Israel terem iniciado um ataque conjunto sobre o Irão.
Novos pratos à prova em restaurantes e bares gastronómicos de Cascais e do Porto, humor nas duas maiores cidades do País e um festival de música em Palmela destacam-se na agenda.
A central nuclear de Kashiwazaki-Kariwa, localizada na região centro-oeste do Japão, deve receber a aprovação do governador local para a retoma das operações.
Esta manhã o EuroStoxx 600 estava a subir 1,04% para 570,68 pontos.
Os ceviches e tiraditos de Diego Muñoz e José Avillez voltam em versão pop up ao primeiro piso do restaurante do chef português
Peço do petróleo teve subidas superiores a 5%.
Esta quarta-feira o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, também adotou um tom mais otimista em relação à China, referindo: "Se a China leva a sério a redução da dependência do crescimento industrial impulsionado pelas exportações e o reequilíbrio em direção a uma economia doméstica... vamos reequilibrar juntos".
Donald Trump anunciou uma pausa de 90 dias nas tarifas e a notícia fez com que os mercados conseguissem recuperar. Em Portugal, a bolsa de Lisboa abriu com uma subida de 5,31%.
Os constantes anúncios de tarifas e rumores de recuos têm levado os mercados a perdas sucessivas. Empresários portugueses pedem à UE que responda de forma prudente.
A Galp anunciou que vai propor aos acionistas a redução do capital social até 9%, por extinção de ações próprias, segundo dois comunicados enviados ao mercado.
Notícia foi inicialmente avançada pela CNBC, mas a Casa Branca já veio a desmentir.
Na Europa, Milão, Frankfurt e Paris perderam mais de 10% da sua valorização desde meio da semana passada. Em Portugal, o PSI recuou 8,53% no mesmo período.
Apesar dos afundanços na bolsa, analistas indicam que a economia norte-americana ainda pode recuperar, evitando repercussões na Europa.
O endurecimento da política monetária do Banco do Japão e a valorização do iene somaram-se ao receio de recessão nos EUA e provocaram a acentuada baixa da bolsa nipónica.