Estudo revela que uma gota de sangue da ponta do dedo pode detetar Alzheimer
Cerca de uma em cada nove pessoas com mais de 65 anos sofre de Alzheimer.
Cerca de uma em cada nove pessoas com mais de 65 anos sofre de Alzheimer.
Newsletter de quarta-feira, dia 12 de novembro
As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?
Os casos de demência deverão triplicar até 2050. Mas é possível prevenir muitos casos. E com coisas simples. Afinal, conversar com os amigos gera mais neurónios do que fazer Sudokus.
Um grupo de cientistas deu um enorme salto na pesquisa neurocientífica ao desenvolver um mapeamento cerebral detalhado de mamíferos.
"Os dados indicam que isso parece ser suficiente não só para atrasar o início da doença, mas também para atrasar a progressão da doença quando esta já começou a manifestar-se", refere Camila Portugal.
A fadiga não é um sintoma que possa ser desprezado, nem é para aguentar - tem de procurar a causa. É possível recuperar a energia sem grandes mudanças. Como? Desligar as notificações do telemóvel, evitar o açúcar (vai sentir-se ainda pior), arranjar um propósito de vida ou até andar descalço na natureza.
Fugiu do Líbano por causa da guerra e entrou na América como refugiado. A intenção era ser médico, mas tornou-se cientista. Ganhou o Nobel da Medicina em 2021, quando o mundo estava em pandemia.
A implementação irresponsável da IA tem o potencial de desestabilizar vastas áreas da economia global, provocando o que muitos temem: redução de postos de trabalho, perda de poder de compra da classe média e uma economia frágil baseada numa espiral interminável de dívida.
A ligação entre o cérebro e o sistema imunitário não se limita a acionar o mecanismo de defesa perante uma "invasão" de elementos agressores, mas também na ausência de ameaça e com o objetivo de facilitar a memória a curto prazo.
Cientistas do Centro Champalimaud descobriram que são os neurónios localizados nas mucosas que, assim que detetam a presença no organismo de uma infeção, produzem uma substância que funciona como um "chuto de adrenalina" para as células imunitárias.
O Ubrogepant é um medicamento que bloqueia o recetor CGRP nos neurónios responsáveis pela transmissão da dor, mas a sua potencial capacidade de tratar sintomas premonitórios da enxaqueca não era clara.
A doença neurológica pode limitar a movimentação dos músculos, levando a uma dificuldade em andar, falar ou mastigar.
Noland teve um acidente em 2016, mas graças à Neuralink, não só voltou a jogar xadrez, como já ganha jogos. Confessou que arriscou em nome da ciência.
Pela primeira vez, em 20 anos, está prestes a ser aprovado um novo medicamento para a dor. A descoberta pode vir a ser tão revolucionária quanto o Ozempic foi para a obesidade. Razão? O novo analgésico não causa dependência. Mas há mais novidades: fatos com elétrodos que permitem que doentes com fibromialgia façam fisioterapia; uma espécie de cateterismo que trata as articulações com nanopartículas; ou o uso de células do sistema imunitário para curar doenças reumatológicas, como se faz no cancro.
Há mais de 100 ensaios clínicos em curso e um deles implicou o transplante de células para o cérebro, de forma a abrandar a doença de Parkinson.