Portugal-Colômbia: avaliação alternativa dos jogadores
Quem foi para a cama cedo, vai acordar hoje com ótimas notícias: vamos apanhar a Espanha já nos oitavos
Quem foi para a cama cedo, vai acordar hoje com ótimas notícias: vamos apanhar a Espanha já nos oitavos
Defende que a capacidade de escolha é o melhor aliado para não deixar que a dopamina, a chamada “hormona do desejo”, nos domine. Entretanto, ponha música a tocar e conheça outros truques para introduzir no dia a dia
No currículo, o psiquiatra tem meio século de estudos sobre o funcionamento do cérebro, com especial foco no uso de substâncias psicadélicas em tratamentos de doenças mentais. Há 70% de casos de sucesso, garante.
Investigador e professor de Ciências Psicológicas na universidade de Boston, EUA, dedica-se a estudar como o cérebro processa, armazena e manipula memórias. Para a máquina funcionar bem, existem alguns truques - simples - a aprender. Dançar é um deles.
Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.
Uma notícia recente fala da chegada a Silicon Valley do “filósofo do apocalipse" mais "adorado” pelos malucos da teté-da-cabeça das tecnologias.
As tempestades, pandemias e guerras podem aumentar os sintomas. Saiba quando procurar ajuda, em que casos a medicação é essencial e que outras estratégias pode usar para combater a epidemia do século. Há quem faça meditação, dança e reiki. Desenhar em cadernos, remodelar a casa ou procurar um fisioterapeuta também pode ser útil.
Trabalha na área em que se formou, tem uma filha e vai ao ginásio. Não tem uma convulsão há mais de uma década e as crises estão controladas. O único senão são os efeitos secundários da medicação. Apesar de ter uma vida normal, considera que a maioria das pessoas não sabe lidar com a doença - e sente o estigma. Esta segunda-feira, 9 de fevereiro, assinala-se o Dia Internacional da Epilepsia.
Podem permanecer décadas sem causar estragos ou nunca serem sequer um problema. Mas manifestam-se - quando envelhecemos ou as defesas do organismo estão em baixo.
Cerca de uma em cada nove pessoas com mais de 65 anos sofre de Alzheimer.
Newsletter de quarta-feira, dia 12 de novembro
As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?
Os casos de demência deverão triplicar até 2050. Mas é possível prevenir muitos casos. E com coisas simples. Afinal, conversar com os amigos gera mais neurónios do que fazer Sudokus.
Um grupo de cientistas deu um enorme salto na pesquisa neurocientífica ao desenvolver um mapeamento cerebral detalhado de mamíferos.
"Os dados indicam que isso parece ser suficiente não só para atrasar o início da doença, mas também para atrasar a progressão da doença quando esta já começou a manifestar-se", refere Camila Portugal.
A fadiga não é um sintoma que possa ser desprezado, nem é para aguentar - tem de procurar a causa. É possível recuperar a energia sem grandes mudanças. Como? Desligar as notificações do telemóvel, evitar o açúcar (vai sentir-se ainda pior), arranjar um propósito de vida ou até andar descalço na natureza.