Manter o cérebro em forma
Ao contrário do que se pensava, o cérebro nunca deixa de aprender. E ainda: os negócios na Vinted; os verões da aristocracia em S. Martinho do Porto.
Ao contrário do que se pensava, o cérebro nunca deixa de aprender. E ainda: os negócios na Vinted; os verões da aristocracia em S. Martinho do Porto.
Ao contrário do que se pensava, este órgão nunca deixa de aprender. E mesmo na velhice vale a pena continuar a estimulá-lo. Há uma combinação de três coisas essenciais: exercício físico, aprender coisas novas e cultivar amizades. Sim, os amigos são tão importantes quanto os comprimidos – podem mesmo ajudá-lo a recuperar saúde mental.
Associado aos adeptos da musculação, o suplemento alimentar está a ser prescrito a homens e mulheres a partir dos 40 anos para contrariar a perda de massa muscular - um fator fundamental para um envelhecimento saudável e ativo.
Quem foi para a cama cedo, vai acordar hoje com ótimas notícias: vamos apanhar a Espanha já nos oitavos
Defende que a capacidade de escolha é o melhor aliado para não deixar que a dopamina, a chamada “hormona do desejo”, nos domine. Entretanto, ponha música a tocar e conheça outros truques para introduzir no dia a dia
No currículo, o psiquiatra tem meio século de estudos sobre o funcionamento do cérebro, com especial foco no uso de substâncias psicadélicas em tratamentos de doenças mentais. Há 70% de casos de sucesso, garante.
Investigador e professor de Ciências Psicológicas na universidade de Boston, EUA, dedica-se a estudar como o cérebro processa, armazena e manipula memórias. Para a máquina funcionar bem, existem alguns truques - simples - a aprender. Dançar é um deles.
Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.
Uma notícia recente fala da chegada a Silicon Valley do “filósofo do apocalipse" mais "adorado” pelos malucos da teté-da-cabeça das tecnologias.
As tempestades, pandemias e guerras podem aumentar os sintomas. Saiba quando procurar ajuda, em que casos a medicação é essencial e que outras estratégias pode usar para combater a epidemia do século. Há quem faça meditação, dança e reiki. Desenhar em cadernos, remodelar a casa ou procurar um fisioterapeuta também pode ser útil.
Trabalha na área em que se formou, tem uma filha e vai ao ginásio. Não tem uma convulsão há mais de uma década e as crises estão controladas. O único senão são os efeitos secundários da medicação. Apesar de ter uma vida normal, considera que a maioria das pessoas não sabe lidar com a doença - e sente o estigma. Esta segunda-feira, 9 de fevereiro, assinala-se o Dia Internacional da Epilepsia.
Podem permanecer décadas sem causar estragos ou nunca serem sequer um problema. Mas manifestam-se - quando envelhecemos ou as defesas do organismo estão em baixo.
Cerca de uma em cada nove pessoas com mais de 65 anos sofre de Alzheimer.
Newsletter de quarta-feira, dia 12 de novembro
As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?
Os casos de demência deverão triplicar até 2050. Mas é possível prevenir muitos casos. E com coisas simples. Afinal, conversar com os amigos gera mais neurónios do que fazer Sudokus.