Novas imagens mostram ataques dos EUA a alvos no Irão
As imagens mostram forças norte-americanas a atingir alvos estratégicos no Irão, numa campanha militar que continua a expandir-se no Médio Oriente.
As imagens mostram forças norte-americanas a atingir alvos estratégicos no Irão, numa campanha militar que continua a expandir-se no Médio Oriente.
Devido à guerra no Médio Oriente.
Os agricultores vão ter desconto no gasóleo agrícola na sequência do aumento dos preços dos combustíveis, com o desencadear da guerra no Médio Oriente. A garantia foi dada esta sexta-feira pelo ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, que disse aos jornalistas que o ministério está a trabalhar "numa portaria à parte com o ministério das Finanças".
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou, esta sexta-feira, em Bruxelas, na Bélgica, que os preços elevados da energia constituem um desafio e defendeu a autonomia energética da união. Sublinhou ainda que a descarbonização e as fontes de energia locais são o melhor caminho para reduzir os preços da energia a longo prazo.
O agravamento da guerra no Médio Oriente fez disparar novamente os preços globais dos combustíveis, com o preço do gás na Europa a subir 35%.
O Irão reagiu à ofensiva militar lançada por Israel e pelos Estados Unidos com ataques contra países do Médio Oriente com bases militares norte-americanas.
Contrato de futuros holandês TTF, considerado a referência europeia, subiu 28,06% para 70 euros por megawatt-hora.
O porta-voz adjunto da ONU, Farhan Haq, afirmou, esta quarta-feira, que a organização está “profundamente preocupada” com a escalada de ataques no Líbano e com o impacto humanitário na região. Haq pediu que todas as partes evitem qualquer intensificação do conflito.
Estas são as primeiras mortes causadas por mísseis iranianos em território palestiniano no atual conflito do Médio Oriente.
O jornalista da Sábado Bruno Faria Lopes e o embaixador Mário Godinho de Matos estiveram no NOW esta quarta-feira e falaram sobre as recentes declarações de Donald Trump sobre a NATO, depois de o Presidente norte-americano ter criticado a aliança transatlântica por rejeitar os pedidos de apoio no conflito no Médio Oriente.
O jornalista da SÁBADO Bruno Faria Lopes e o embaixador Mário Godinho de Matos estiveram no NOW esta quarta-feira e falaram sobre o conflito no Médio Oriente. O embaixador jubilado defendeu que "vamos ter de estar preparados para uma guerra que vai provavelmente durar mais tempo do que aquilo que estava inicialmente previsto". Bruno Faria Lopes referiu que "estamos no início de um choque energético e de várias matérias-primas".
Claudia Buch recordou que os riscos aumentaram, uma vez que as tensões comerciais e a incerteza macroeconómica podem transitar para o setor bancário.
Luís Montenegro falava no debate quinzenal no parlamento, onde, além de anunciar medidas para mitigar os efeitos da guerra no Médio Oriente na economia, quis também sublinhar o que chamou de “agenda transformadora” do Governo.
No Parlamento, o ministro da Economia e da Coesão Territorial destacou que, nos últimos dois anos, o salário médio líquido real dos trabalhadores aumentou 13,7%. Aumento "tem sido suficientemente destacado" e equivaleu, segundo o governante, a mais um mês de salário para os trabalhadores.
Sem especificar a natureza ou o âmbito dessa operação europeia a que se referiu, Kallas indicou que, no contexto atual, a UE, além de estar a mobilizar ajuda humanitária para o Líbano, está também a “apoiar as Forças Armadas libanesas a desarmar” o movimento xiita Hezbollah.