A santíssima Constituição
Depois de sete revisões passadas, achar que esta é que será importante, ultrajante ou salvífica, é investir contra moinhos de vento. Haja calma, que a gritaria destaca sempre os mesmos, e um pouco mais de modéstia.
Depois de sete revisões passadas, achar que esta é que será importante, ultrajante ou salvífica, é investir contra moinhos de vento. Haja calma, que a gritaria destaca sempre os mesmos, e um pouco mais de modéstia.
Imprensa do país avança que os ladrões, profissionais, foram apenas interrompidos pelo alarme do museu, que acabou por impedi-los de levar mais obras.
Produção da Hulu com mão espanhola, "Terças-feiras de Morte" imagina Lisboa como um gigante escape room para detetives amadores apaixonados pelo true crime. Estreia a 31 de março na Disney+.
Em causa estão declarações da deputada socialista que acusam os projetos de lei do PSD, Chega e CDS-PP sobre mudança de género de "ratificar o assassinato de Gisberta".
Timidez nos comentários sobre a atualidade da América e do mundo, "Batalha Atrás de Batalha" a superiorizar-se a "Pecadores" e noite agridoce para "O Agente Secreto" e "Marty Supreme": o filme da noite.
Não gosta apenas de andar no meio dos insetos - desenha-os com perfeição. E conhece bem as lições que se podem tirar do meio natural. O seu primeiro livro é, aliás, sobre biomimética e aquilo que devíamos aprender com os ecossistemas
Está nomeado aos Óscares pela prestação em ‘Marty Supreme’, mas o favoritismo está pelas ruas da armargura. Tudo por causa das declarações de Timothée Chalamet sobre um aparente desinteresse geral pela ópera e pelo ballet.
Em contextos de crise, os direitos das mulheres são frequentemente os primeiros a perder prioridade— e os últimos a ser restaurados.
O xá Mohammad Reza Pahlavi e a mulher, Farah Diba, partiram para o exílio em 1979. Passaram por vários países mas com a morte de Pahlavi, Farah estabeleceu-se em Paris. Juntos tiveram quatro filhos, mas dois morreram: um suicidou-se e a outra foi encontrada morta junto a cocaína.
Trump demitiu a secretária do Departamento de Segurança Interna após uma publicidade de 220 milhões onde ela se destacava face ao presidente. Foi a gota de água, depois de ter sobrevivido a várias polémicas.
Era um espectáculo ver os republicanos a aplaudir de pé uma frase de Trump, esboçar o gesto de se sentar e levantar-se de imediato de novo para, mais uma vez, aplaudir. Não sei quantos segundos estiveram sentados nas duas horas dos discursos, deve ter sido um cansaço. Bem feito.
A invasão de Putin está longe de parar: o presidente da Rússia não quer "só o Donbass". Quer toda a Ucrânia. Faz da agressão sobre Kiev, em capa de expansão neoimperialista, a sobrevivência do seu modo de liderar. Recuar seria admitir o erro. E, no Kremlin, o poder afirma-se de forma vertical. Sem hesitações. A sangue frio, para que eventuais críticos ou opositores não acreditem em alternativas. Não percebermos isso é não percebermos nada.
"Não venham à embaixada", pediu a representação diplomática norte-americana em comunicado.
Precisamos da regionalização, mas não temos como fazê-la. Um mergulho no paradoxo português.
Autor de um podcast sobre teorias da conspiração desde 2020, publicou agora um livro que fala de 18 das paranoias mais partilhadas pelas pessoas. Destina-se a todos, dos céticos aos conspiradores.
A mulher, de 73 anos, prescindiu do anonimato e recorda numa entrevista à BBC como descobriu os horrores a que Dominique a sujeitava. Um crime que chocou França e não só.