Guerra, combustíveis e até genocídio: os temas quentes discutidos na assembleia geral da ONU
Netanyahu garantiu que o que está a ocorrer em Gaza não é um genocídio, mas sim o "oposto" e acusou os críticos de Israel de serem antissemitas.
Netanyahu garantiu que o que está a ocorrer em Gaza não é um genocídio, mas sim o "oposto" e acusou os críticos de Israel de serem antissemitas.
As eleições legislativas de outubro opõem a direita, a extrema-direita e religiosos ultraortodoxos a partidos apostados em derrubar Netanyahu, sem que se vislumbrem alternativas para pôr termo às guerras de Israel.
Além da fragmentação do apoio por parte dos partidos ultraortodoxos, Netanyahu enfrenta acusações de corrupção, é responsável por um crescente isolamento internacional de Israel e por falhas de segurança relacionadas com os ataques de 7 de outubro.
A medida anunciada proíbe não só a importação, mas também o trânsito de mercadorias originárias dos colonatos, devendo as empresas neerlandesas no estrangeiro também cumpri-la.
Estas negociações estão a ser realizadas em Paris, com mediação norte-americana.
Presidente dos EUA discursou esta segunda-feira no parlamento israelita, no mesmo dia em que foram libertados 20 reféns. Trump deverá viajar a seguir para o Egito para participar na cimeira da paz.
O primeiro-ministro israelita elogiou o trabalho feito por Trump para chegar ao cessar-fogo.
Um arremedo de estado num território em guerra cada vez mais exíguo e retalhado, com populações em fuga ou obrigadas a deslocação forçada, sem instituições capazes de assegurar em permanência funções administrativas básicas: esta é a realidade no terreno.
A violência intercomunitária na Síria entre combatentes tribais sunitas, beduínos e drusos fez mais de 700 mortos desde 13 de julho.
Israel efetuou hoje múltiplos ataques na Síria, incluindo dois na capital, Damasco, contra o quartel-general do exército sírio e outro junto ao palácio presidencial.
Bombardeamento é a resposta aos ataques do governo sírio contra a minoria drusa.
Na quinta-feira, o Governo israelita advertiu que reagiria "de forma enérgica" se a Síria não proteger a população drusa, em referência a recentes confrontos que provocaram mais de 100 mortos perto de Damasco.
Nos Montes Golã, os drusos ficaram, mas ainda choram as 12 crianças mortas a 27 de julho. Ali perto, dezenas de milhares de israelitas deixaram vilas fantasma atrás de si. Depois de meses de ataques do Hezbollah, o cessar-fogo prevê o regresso a partir de 1 de março, mas impera o medo.
O plano conta dez milhões de euros que vão ser investidos em infraestruturas de forma a duplicar a população dos Montes Golã.
Herdeiro do poder conquistado pelo pai, Hafez al-Assad, em 1970, Bashar não conseguiu sobreviver a uma guerra civil que se prolongava desde 2011. Fugido do país, será para a minoria alauita, a que pertence, que os rebeldes sírios se vão voltar.
A queda histórica do regime de Bashar al-Assad na Síria surpreendeu Washington e Telavive, e tanto Biden quanto Netanyahu aproveitaram para cumprir alguns dos seus objetivos na região.