Dois portugueses detidos na Cisjordânia, diz Ministério dos Negócios Estrangeiros
Um deles é jornalista.
Um deles é jornalista.
Em conferência de imprensa com o ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE), Paulo Rangel, esta quinta-feira, o secretário de Estados dos EUA admitiu não acreditar que "exista uma solução militar" para o conflito entre a Rússia e a Ucrânia. Marco Rubio, ao responder sobre a ameaça russa à Europa, diz que a Guerra deve "terminar com um acordo negociado" e que "os Estados Unidos estão dispostos a facilitar esse processo".
Há um vazio gritante no discurso do governo, que, se não o preencher, vai continuar a ser cavalgado pelo Chega: o MNE não conseguiu dizer o mais simples, que é contra o mecanismo de reparações para corrigir erros passados que não têm correção presente possível. Ou seja, Rangel não se veio embora sem dizer nada. Verdade histórica, reconhecimento de erros, a admissão de responsabilidade, são uma coisa. Culpas e penas coletivas e transmissíveis só existem em regimes jurídicos não democráticos.
Ministério dos Negócios Estrangeiros destaca a comunidade luso-venezuelana.
Apesar das divergências, ministro dos Negócios Estrangeiros defende o diálogo.
“Haverá consequências” para incidentes como o ataque no aeroporto da cidade alemã de Leipzig, afirmou o ministro alemão.
Informação foi confirmada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, que cita as autoridades nepalesas.
De acordo com o mais recente balanço, o número total de mortos subiu hoje para 359.
A polícia assinalou que a identificação das vítimas mortais ainda não está concluída.
Segundo anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Vários países emitiram comunicados em condenação de um projeto israelita que prevê a construção de mais de 3.000 habitações na Cisjordânia, território da Palestina. Muitos consideram uma ameaça à solução de dois Estados e à paz.
Dos quatro jovens que tinham desaparecido num barco, dois foram encontrados vivos, mas o terceiro já estava sem vida.
Duplo sismo que assolou o país a 24 de junho matou 138 cidadãos portugueses, dos quais 118 tinham também nacionalidade venezuelana.
As buscas, que recomeçaram esta madrugada, continuam para localizar a quarta pessoa dada como desaparecida.
Os dois resgatados, que passaram mais de oito horas no mar, foram atendidos pelos serviços de emergência.
Quatro portugueses seguiam numa embarcação quando esta foi surpreendida por uma tempestade.