Greve geral: Sindicato dos pilotos não vai aderir à paralisação de 3 de junho
O presidente da estrutura sindical disse que a greve da próxima semana "não parece ter o 'timing' mais adequado", embora reserve o direito a mais ações de luta.
O presidente da estrutura sindical disse que a greve da próxima semana "não parece ter o 'timing' mais adequado", embora reserve o direito a mais ações de luta.
Em causa o pacote laboral, que representa um "grave retrocesso e um ataque direto aos direitos dos trabalhadores".
Mariana Leitão diz que tem acompanhado este tema "com grande preocupação".
Sindicato garante que "todas as empresas de transportes" de norte a sul do País foram mobilizadas e que até já foram entregues os pré-avisos de greve. Em causa está a aprovação do pacote laboral.
Tiago Oliveira afirmou que a CGTP tem recebido adesões de várias estruturas sindicais e está a desenvolver trabalho diário em empresas e locais de trabalho para mobilizar os trabalhadores para a paralisação de 3 de junho.
Secretário-geral do PCP voltou a pressionar Seguro a rejeitar o diploma caso chegue a Belém.
Proposta foi aprovada em Conselho de Ministros na quinta-feira passada.
O Governo aprovou na semana passada em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.
Os enfermeiros rejeitam as “propostas inseridas no pacote laboral apresentadas pelo Governo e pedem a revogação das ‘normas gravosas’ do código do trabalho”.
O STAL acusa o "Governo PSD-CDS, apoiado pelo Chega e IL", de tornar "muito pior" tudo o "que está mal na legislação laboral".
Para o líder socialista, a proposta de reforma conduzirá também ao aumento da precariedade dos mais jovens e à instabilidade dos recursos humanos.
Sindicato diz que estão em causa "ideias do século XIX".
Federação dos Sindicatos de Agricultura diz que em causa está "um ataque abrangente e retrógrado" aos direitos dos trabalhadores.
Líder do Chega disse ainda que " esta lei se transforma de má em boa, ou não serve e tem o efeito contrário de prejudicar quem trabalha".
Esta posição do PS surge depois da reunião que o líder do PS manteve esta tarde com o primeiro-ministro,.
"Em vez de simplesmente dizerem que não gostam de nada e portanto nem sequer vão participar na discussão, que se juntem à discussão", desafiou Mariana Leitão.