Ministra do Trabalho diz que houve consenso em "mais de três dezenas de artigos" para lei laboral
Rosário Palma Ramalho reconhece, todavia, que ainda há muito trabalho a fazer.
Rosário Palma Ramalho reconhece, todavia, que ainda há muito trabalho a fazer.
Na quarta-feira, a ministra do Trabalho tinha convocado a UGT e as confederações patronais para uma reunião, mas o encontro acabou por ser realizado sem a presença de representantes sindicais.
A ministra do Trabalho convocou a UGT e as quatro confederações empresariais para uma reunião na segunda-feira de manhã.
Segundo o ministério liderado por Rosário Palma Ramalho, "o convite já foi aceite pela UGT".
Reunião está agendada para as 15:00 no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em Lisboa
O encontro deverá contar apenas com a presença das quatro confederações patronais
Em causa estão as denúncias de vários pais e familiares a propósito da Academia Sonhar e Crescer.
Entre os públicos acompanhados, a Segurança Social destaca pessoas idosas, pessoas com mobilidade condicionada, pessoas com deficiência sensorial, intelectual ou do desenvolvimento e crianças e jovens em situação de risco.
Entre 2018 e 2023 foram emitidos 22.691.161 certificados de incapacidade temporária para o trabalho (CIT), tendo a despesa com o subsídio de doença atingido 885,2 milhões de euros em 2023.
Dirigente da CGTP criticou o líder do Chega por estar "sempre a falar de rendimento mínimo e nunca fala do rendimento máximo".
O alargamento da licença parental inicial, que pressupõe o pagamento do respetivo subsídio, de 120 ou 150 dias para 180 ou 210 dias, foi aprovado em 27 de setembro de 2024, no parlamento, com os votos contra do PSD e do CDS.
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, sublinhou que "é o maior valor de sempre".
A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reafirmando a exigência de retirar o pacote laboral, expressa, "de forma inequívoca", na greve geral de 11 de dezembro.
Catarina Martins referia-se a declarações de Maria do Rosário Palma Ramalho que, sobre o despedimento de 163 trabalhadores na Yazaki Saltano disse que os despedimentos em Portugal são “baixíssimos”.
Candidata presidencial garantiu que se for eleita vetará as alterações à lei propostas pelo Governo.
Adiamento deveu-se a "motivos de agenda".