Frederiksen e Nielsen viajam para os EUA para assinar acordo sobre a Gronelândia
Local do encontro não foi revelado, nem o conteúdo integral do acordo.
Local do encontro não foi revelado, nem o conteúdo integral do acordo.
Von der Leyen assinou também uma declaração conjunta, que "reforça e amplia" a cooperação entre a Gronelândia e a UE.
Desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, as relações transatlânticas sofrem de uma constante arritmia: ora batem forte; ora batem fraco. Esta semana, na Cimeira da NATO em Ancara, não foi diferente com o presidente americano a dar umas no cravo e outras na ferradura dos seus aliados.
Após novas ameaças de Donald Trump.
Foi o partido centrista Os Moderados, que detém os votos decisivos, que forçou uma nova ronda de contactos para tentar formar um executivo com forças de ambos os lados do espetro parlamentar.
Há 17 feridos, cinco deles graves.
O Partido Social-Democrata teve o seu pior resultado desde 1903, ocupando agora 38 dos 179 assentos parlamentares.
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
Tanto a primeira-ministra islandesa, Kristrún Frostadóttir, como os chefes de Governo da Suécia, Ulf Kristersson, e da Finlândia, Petteri Orpo, concordaram em salientar a importância de garantir a segurança da região ártica.
Primeira-ministra dinamarquesa quer consolidar o crescente apoio ao seu partido.
Presidente dos Estados Unidos anunciou esta quarta-feira um princípio de acordo sobre o território. Declarações são prestadas numa altura em que a Dinamarca avisa que o secretário-geral da NATO não tem mandato para negociar essa questão.
"Não é provável que haja um conflito militar", diz o primeiro-ministro da Gronelândia, mas a população tem de estar pronta para tudo, numa altura em que as tensões entre EUA e Europa se adensam. Governo da ilha cria "task force" e pede a cidadãos para criarem reservas de comida.
Países nórdicos, como Suécia ou Dinamarca, poderão ter uma viragem à direita. Em França e Itália as eleições regionais servirão de indicador para as presidenciais de 2027.
Considerou que as ameaças são um desafio à capacidade de atuação da UE que não está, depois de décadas de desinvestimento, preparada para ombrear militarmente com os EUA.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar este território autónomo à Dinamarca, membro da NATO.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar à Dinamarca este território autónomo, membro da NATO.