Eleições antecipadas no Reino da Dinamarca: Frederiksen testa força nas urnas
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
Tanto a primeira-ministra islandesa, Kristrún Frostadóttir, como os chefes de Governo da Suécia, Ulf Kristersson, e da Finlândia, Petteri Orpo, concordaram em salientar a importância de garantir a segurança da região ártica.
Primeira-ministra dinamarquesa quer consolidar o crescente apoio ao seu partido.
Presidente dos Estados Unidos anunciou esta quarta-feira um princípio de acordo sobre o território. Declarações são prestadas numa altura em que a Dinamarca avisa que o secretário-geral da NATO não tem mandato para negociar essa questão.
"Não é provável que haja um conflito militar", diz o primeiro-ministro da Gronelândia, mas a população tem de estar pronta para tudo, numa altura em que as tensões entre EUA e Europa se adensam. Governo da ilha cria "task force" e pede a cidadãos para criarem reservas de comida.
Países nórdicos, como Suécia ou Dinamarca, poderão ter uma viragem à direita. Em França e Itália as eleições regionais servirão de indicador para as presidenciais de 2027.
Considerou que as ameaças são um desafio à capacidade de atuação da UE que não está, depois de décadas de desinvestimento, preparada para ombrear militarmente com os EUA.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar este território autónomo à Dinamarca, membro da NATO.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar à Dinamarca este território autónomo, membro da NATO.
Encontro deve acontecer na próxima semana, de acordo com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
Depois dos ataques na Venezuela e sequestro de Nicolás Maduro, crescem as preocupações relativas às anteriores ameaças do executivo.
A intervenção militar norte-americana na Venezuela no sábado, que destacou o interesse de Donald Trump pelos vastos recursos petrolíferos do país, reacendeu os receios em relação à Gronelândia.
O embaixador dinamarquês nos Estados Unidos já referiu que os países são “aliados próximos" e reforçou: "A segurança dos EUA também é a segurança da Gronelândia e da Dinamarca”.
Esta força seria "composta por contribuições de nações voluntárias e apoiada pelos Estados Unidos".
Violações poderão resultar em multas ou penas de prisão até dois anos.
Campanha orquestrada pela Dinamarca na imensa ilha ártica durante mais de três décadas causou danos físicos a milhares de adolescentes e mulheres, tornando-as, em alguns casos, estéreis.