Suspeito de ataque a marcha LGBT em Berlim foi morto em operação policial
Homem de 21 anos suspeito de avançar sobre uma multidão num evento LGBT foi abatido pelas autoridades alemãs.
Homem de 21 anos suspeito de avançar sobre uma multidão num evento LGBT foi abatido pelas autoridades alemãs.
O suspeito, um “cidadão alemão de origem libanesa”, está ainda em fuga e as autoridades pedem à população para evitarem “contacto direto” com o suspeito.
O detido alegadamente acompanhava o principal suspeito daquele atropelamento, já identificado, mas que continua a monte.
Questionada sobre a hipótese de os seus livros terem assustados leitores masculinos e críticos, a escritora admitiu que sim, mas afirmou que atualmente, por ser mais velha, estão menos assustados.
Sob o lema "Por Gisberta, Por um Abril que ainda não aconteceu!", a marcha pretendia ser um "grito de alerta" para que não aconteçam "novas Gisbertas".
Ao som dos tambores, os manifestantes começaram a descida da Avenida da Liberdade enquanto agitavam bandeiras não só com as cores do arco-íris, mas também várias outras combinações que representam as comunidades.
A Marcha do Orgulho LGBTI+ do Porto vai iniciar-se na Praça da República e culminar no Largo Amor de Perdição, adiantou Filipe Gaspar, dizendo que já não está previsto o arraial, mas um encontro e momento de festa. Decisão surge depois de diferendo sobre local do arraial com a autarquia.
Sobre a localização da marcha e do arraial Rui Moreira explicou: "Dissemos que montaríamos tudo o que fosse preciso e indicámos o Parque do Covelo (...) Eles disseram que não querem, que aquilo que querem é organizar nas Fontaínhas. (...) não tem problema nenhum. Fazem ao abrigo do direito à manifestação, não vão é ter apoio da câmara".
A Câmara do Porto cedeu o Parque do Covelo para a Marcha, mas a organização quer celebrar no centro da cidade e pediu a Eulália que levasse uma petição à Assembleia Municipal.
Newsletter de quinta-feira
Pela primeira vez associações LGBTIQ+ chumbaram a presença dos liberais. Uma dirigente foi chamada “megatransfóbica”. “Questiúnculas nas redes”, diz a direção.
Ao longo do percurso da Marcha, em Lisboa, estarão colocados mupis com fotografias de cães disponíveis para adotar.
Direção-Geral da Saúde confirma que não foi feito qualquer pedido para avaliar as condições em que a manifestação organizada pelo Movimento Zero ia decorrer. Este pedido não é, no entanto, obrigatório para que protesto se realize.
"Sentimos que a DGS demonstrou uma desconsideração pelas sucessivas tentativas de contacto para planeamento duma marcha política segura", acusa comissão.
O Queer Lisboa está de volta, mais ativista que nunca, de 20 a 28 de setembro. Meio século depois dos motins de Stonewall, o Cinema São Jorge e a Cinemateca Portuguesa recebem 101 filmes de 36 países
António Serzedelo lembrou que "todas as lutas pela igualdade são inacabadas", assinalando que, "na periferia, a discriminação é muito maior que na Lapa, no Chiado ou no Príncipe Real".