O melhor do mês de março
As compras de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa, o potencial por explorar do Ozempic, os custos da guerra no Irão, as coincidências nas contratações do governo e, por fim, seis roteiros para espairecer na Páscoa.
As compras de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa, o potencial por explorar do Ozempic, os custos da guerra no Irão, as coincidências nas contratações do governo e, por fim, seis roteiros para espairecer na Páscoa.
Na última viagem ao estrangeiro, Marcelo disse não ter sido "um acaso" a escolha de Espanha como destino para as suas primeiras e últimas viagens oficiais como chefe de Estado.
Nos três meses finais do seu mandato, o ex-Presidente da República encheu a despensa do palácio com computadores, sofás, passadeiras, armários e assinaturas de jornais, segundo os contratos publicados no portal Base.
António José Seguro tem tudo para ser o que Marcelo Rebelo de Sousa não foi. Bem nos faz falta.
A Presidência celebrou a gratuitidade do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que Vhils doou e quer que se torne hábito. Mas isto já é tradição: também aconteceu com Sampaio e Cavaco.
Para muitos de nós, será estranho imaginar a vida pública sem Marcelo e a forma expressiva com que traduz a atualidade. Era – e continuará a ser – uma espécie de avô da nação.
O novo Presidente da República cumpriu, no Palácio Nacional da Ajuda, uma tradição iniciada por Jorge Sampaio.
Chefe de Estado cessante diz que Seguro deve "contar com o apoio de todos os portugueses".
Marcelo Rebelo de Sousa já começou a despedir-se dos funcionários da casa civil.
Politicamente não gerou consensos, mas foi inegável o estilo próprio que desenhou, tanto em eventos oficiais, como junto das pessoas. Por diversas vezes, foi o rei do imprevisto e do improvável. Marcelo Rebelo de Sousa, o "presidente dos afetos", e o ponto de foco das "marselfies", dissolveu a Assembleia da República três vezes. Mas também derreteu corações.
O advogado, antigo ministro da Presidência e dirigente do PSD Nuno Morais Sarmento morreu hoje, aos 65 anos.
O Presidente da República recordou a frase "éramos felizes e não sabíamos" que usou sobre o período de mais de oito anos em que coabitou com o anterior primeiro-ministro, António Costa, do PS.
Chefe do Governo PSD/CDS-PP considerou que os dois foram "resolvendo todos os problemas" que era preciso ultrapassar e "muitas vezes antecipando os problemas".
Presidente da República considera que escritor deixa "uma bibliografia sofisticada, atenta ao quotidiano, e muito tributária de experiências como a guerra".
Com um sorriso rasgado e feito de recortes de jornais, Alexandre Farto e Marcelo Rebelo de Sousa apresentaram o retrato oficial do Presidente.