"Com o algoritmo percebo que aquela mancha branca não vai evoluir para cancro. Já não tiro metade da língua"
Seis em 10 doentes com cancro oral morrem cinco anos após o diagnóstico. O investigador brasileiro Marcelo Sperandio desenvolveu uma plataforma de Inteligência Artificial que pretende encurtar essa estatística, determinando com maior precisão quais os casos com que os médicos se devem preocupar e intervir.