Don West: "Todas as ideias e princípios em que a América se baseia, Trump profana"
O historiador australiano aceitou o desafio de escrever um livro que conta a história dos Estados Unidos vista por alguém que não um norte-americano.
O historiador australiano aceitou o desafio de escrever um livro que conta a história dos Estados Unidos vista por alguém que não um norte-americano.
A SÁBADO tem um número especial sobre o bicentenário da declaração de independência. Há festa e reflexão na América, há muito para ler nas páginas desta edição.
Para assinalar esta efeméride, a 1 de julho, SÁBADO publica uma edição especial de 84 páginas, concebida como uma grande viagem pela história, pelas ideias, pelas imagens e pelas personalidades que construíram a América.
O plano de Donald Trump deverá reunir 250 estátuas de “heróis americanos”, espelhos de água, praças, cafés e um anfiteatro na capital. Mas o projecto, ainda sem aprovação formal, já levanta dúvidas.
Tinha 84 anos e foi diagnosticado com Parkinson e Paralisia Supranuclear Progressiva.
A administração americana faz tudo para abafar o assunto ou desviar as atenções, mas a verdade é que o nome do Presidente aparece nos ficheiros do processo ligado ao escândalo sexual de Jeffrey Epstein.
A Administração Trump divulgou mais de 240 mil páginas de ficheiros do FBI sobre a vigilância e assassinato de Luther King, apesar de a família do ativista de direitos civis se ter oposto. O jornalista da AP Matt Brown explica o que está em causa.
Quando tomou posse em janeiro, Trump assinou uma ordem executiva para desclassificar os registos de JFK, juntamente com os associados aos assassínios de Robert F. Kennedy e King, em 1968.
Embora seja agora perfeitamente evidente que não há conquistas civilizacionais (sociais e políticas) irreversíveis, há que não entrar em desesperos e desânimos.
Manifestação de apoio à líder da extrema-direita e respetiva contra manifestação longe de reunirem multidões.
Apesar do líder do Chega não se ter colocado do lado de Le Pen, a líder da direita radical francesa disse ter sido uma vítima de manipulação como Ventura.
A divulgação destes documentos segue uma ordem executiva assinada por Trump em janeiro deste ano, que determinou a libertação dos registos restantes sobre os assassinatos de JFK, do seu irmão Robert F. Kennedy e do líder dos direitos civis Martin Luther King.
Esta medida segue-se a uma ordem assinada por Donald Trump, ordenando a divulgação dos registos sobre a morte de JFK, do seu irmão Robert Kennedy e de Martin Luther King.
"Vamos amanhã disponibilizar todos os ficheiros de Kennedy", anunciou Donald Trump. John F. Kennedy foi assassinado em 1963, em Dallas, no Texas.
Ainda Estou Aqui esgota salas de cinema, está na corrida aos Oscares e valeu um Globo de Ouro a Fernanda Torres. O autor, e filho do deputado assassinado, quer alertar para os perigos das ditaduras.