Irmandade do ódio
A infiltração do extremismo nas polícias e no país não pode continuar a passar em silêncio.
A infiltração do extremismo nas polícias e no país não pode continuar a passar em silêncio.
Trinta e sete pessoas do grupo 1143 foram detidas na terça-feira em todo o país na operação "Irmandade".
Trinta e sete pessoas com "vastos antecedentes criminais" e "ligações a grupos de ódio internacionais" foram hoje detidas.
O protocolo entre os três organismos, PJ, INEM e IPST, foi assinado esta segunda-feira e o objetivo é criar uma cooperação para o transporte aéreo de órgãos e das respetivas equipas médicas de colheita.
As 50 conversas de António Costa intercetadas revelam pedidos de cunhas e desabafos. Na Ucrânia, há um português na linha da frente, a fugir de drones e a esconder-se vários dias em trincheiras. Por cá, um casal luta contra a doença do filho, tão rara que ainda não tem nome
Foram detidos pela PJ 269 suspeitos de crimes sexuais, mais do que em todo o ano de 2024, quando foram detidos 251.
Chefe da repartição de Benavente é o novo arguido no caso. A empresa que comprou um prédio à Federação Portuguesa de Futebol por €11,2 milhões revendeu-o por €13,8 milhões.
As zonas centrais de Lisboa e Porto apresentam preços proibitivos para quem quer comprar casa, por isso, a tendência passa por apostar nos arredores. E ainda: uma exposição sobre D. Amélia e uma entrevista ao encenador João Mota
Polícia Judiciária diz que com "elevado grau de probabilidade" há um cidadão alemão, dois canadianos, um ucraniano e um americano entre os mortos que ainda não tinham sido identificados até agora.
A "extrema-direita está a crescer", afirmou a coordenadora do BE, considerando que "há um processo de radicalização de jovens" na sociedade portuguesa.
Entre os seis detidos está um elemento da PSP, tal como elementos de grupos de segurança privada, o que demonstra o risco de violação do sigilo deste tipo de investigações junto das forças de segurança portuguesas.
Mark Cameron Roscaleer foi recapturado em Alicante, Espanha, pela Polícia Nacional espanhola e foi hoje entregue à Polícia Judiciária (PJ) no Centro de Cooperação Policial e Aduaneira de Caia/Badajoz.
No decurso da operação foi ainda desmantelado um laboratório clandestino de produção de drogas, que funcionava num apartamento em Lisboa, que servia exclusivamente essa finalidade.
De acordo com o diretor nacional da PJ a organização em causa é uma de muitas que tentam "encharcar a Europa de muita cocaína", um negócio que está na base de vários crimes, desde corrupção e branqueamento de capitais, a sequestros, raptos e mortes, pelo domínio de territórios.
Paulo Lourenço foi constituído arguido. É suspeito de ter recebido comissões com a venda da antiga sede.
Ex-secretário da Federação Portuguesa de Futebol é suspeito de corrupção.