André Ventura reforça apelo ao voto e desafia Cotrim e Mendes a dizer "que se lixe Montenegro"
Num jantar-comício em Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.
Num jantar-comício em Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.
Em causa estão averiguações preventivas como aquelas de que foram alvo, em 2025, Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos.
O candidato considerou que os seus adversários "têm uma forma sempre floral de falar e de dizer que vão fazer as coisas".
As únicas presidenciais da democracia portuguesa que obrigaram a uma segunda volta realizaram-se em 1986, entre Freitas do Amaral e Mário Soares, dividindo então o país entre esquerda e direita.
Portugueses vão às urnas no dia 18 de janeiro. Isto é o que defende cada candidato presidencial nos temas da saúde, imigração, habitação ou defesa.
Jorge Pinto argumentou que a "política não é matemática" e que não é possível prever que fosse haver uma transferência direta de votos de um candidato para outro.
"Os portugueses que não querem nem um socialista, nem um populista no poder só têm uma hipótese nesta altura que sou eu", defendeu.
Cotrim Figueiredo alertou que é importante que os portugueses percebam que só há três candidaturas com possibilidade de chegarem à segunda volta.
"Eu não sei se é bom para Luís Marques Mendes que Montenegro venha a seu auxílio", notou ainda o candidato.
Em causa está o apelo público lançado pelo candidato apoiado pela IL para que Luís Montenegro recomende ao PSD o voto na sua candidatura para evitar que André Ventura ou António José Seguro cheguem à Presidência da República.
O antigo líder da IL considerou que a sua candidatura é, hoje, a única capaz de impedir esse cenário.
Governo elevou o estatuto do Metro de Lisboa devido à sua “complexidade e relevância para o País”, criando o cargo de vice-presidente. Mas para o lugar escolheu um especialista em Defesa e Estratégia, autarca do PSD e casado com Ana Isabel Xavier, secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação
A central sindical entreou as assinaturas após a manifestação em frente à Assembleia da República.
O processo de reclassificação do edifício da Livraria Lello, situado no centro do Porto, foi iniciado em 2021.
Durão Barroso substitui Nuno Morais Sarmento, que pediu demissão por motivos de saúde.
Paulo Raimundo disse que o Governo quer fazer da a saúde "um grande negócio para um conjunto pequeno de grupos privados".