Sábado – Pense por si

Benjamin Netanyahu, ou "Bibi", enfrenta um desafio eleitoral em outubro. O cenário político pode mudar; a geopolítica mais dificilmente
João Carlos Barradas

Bibi, uma eleição e uma mão-cheia de guerras

As eleições legislativas de outubro opõem a direita, a extrema-direita e religiosos ultraortodoxos a partidos apostados em derrubar Netanyahu, sem que se vislumbrem alternativas para pôr termo às guerras de Israel.

Cortejo fúnebre na Palestina demonstra a crise e a guerra no território
João Carlos Barradas

Palestina: Estado crítico

Um arremedo de estado num território em guerra cada vez mais exíguo e retalhado, com populações em fuga ou obrigadas a deslocação forçada, sem instituições capazes de assegurar em permanência funções administrativas básicas: esta é a realidade no terreno.

Alexandre R. Malhado

Todos querem Netanyahu fora

Acumulam-se sondagens desfavoráveis e pedidos de demissão do primeiro-ministro. Dos israelitas 94% culpam parcialmente o Governo pelo massacre. Culpam-no por ter falhado na missão de proteger os israelitas e por não resolver a questão dos reféns.

Margarida Davim

Yoav Gallant, o falcão implacável que ameaça Gaza

Anunciou um “cerco total” à Faixa de Gaza e avisou o Hezbollah de que participar na escalada do conflito faria o Líbano “regressar à idade da pedra”. Yoav Gallant é um militar duro e experiente com um passado rico em polémicas em Israel.

Vasco Rato

A guerra pode chegar ao Golfo Pérsico?

A margem de manobra de Netanyahu tornou-se mais estreita e a sua carreira política pode ter chegado ao fim. Resta-lhe uma opção: destruir o Hamas e neutralizar a ameaça iraniana. Mas o Irão também pode mandar avançar o Hezbollah, a partir do Líbano, e abrir uma nova frente de combate.

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