Israel marca eleições legislativas para 27 de outubro
Se o calendário for cumprido, estas serão as primeiras eleições convocadas na data estabelecida por lei em Israel em cerca de 40 anos.
Se o calendário for cumprido, estas serão as primeiras eleições convocadas na data estabelecida por lei em Israel em cerca de 40 anos.
Além da fragmentação do apoio por parte dos partidos ultraortodoxos, Netanyahu enfrenta acusações de corrupção, é responsável por um crescente isolamento internacional de Israel e por falhas de segurança relacionadas com os ataques de 7 de outubro.
O projeto de lei vai seguir para uma comissão antes de passar por três leituras parlamentares. Se receber a aprovação final, processo que pode vir a demorar umas semanas, Israel poderá realizar eleições antes do prazo limite de 27 de outubro.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, confirmou, este domingo, a morte de Izz al-Din al-Haddad durante uma reunião do governo israelita realizada no Knesset. Netanyahu afirmou que o responsável pela ala militar do Hamas foi “eliminado”, acusando-o de envolvimento em “assassinato, ferimentos e sequestro” de milhares de civis e soldados israelitas.
O texto prevê que a pena capital seja a sanção por defeito se o homicídio for qualificado como ato de terrorismo pela justiça militar israelita.
Os grupos de defesa dos direitos humanos criticaram a medida, alegando que facilita demasiado a imposição da pena de morte e elimina os procedimentos que garantem o direito a um julgamento justo.
O orçamento de aproximadamente 193 mil milhões de euros destina mais 77% para despesas de defesa do que para a saúde, sendo esta última de aproximadamente 17 mil milhões de euros.
Mais de duas semanas após o início da guerra contra o Irão.
O primeiro-ministro israelita sublinhou que o custo da ofensiva conjunta com os Estados Unidos contra o Irão, iniciada em 28 de fevereiro, implicou a aprovação de um orçamento especial de guerra para apoiar as forças armadas e as operações militares em curso.
A "Lei Al-Jazira" permite o encerramento de meios de comunicação estrangeiros em Israel, sob certas condições.
O Tribunal Internacional de Justiça decidiu que Israel não provou as suas alegações de que parte significativa dos funcionários da UNRWA eram membros do Hamas, nem demonstrou a alegada falta de neutralidade da agência humanitária.
O estado de emergência está em vigor desde os ataques do movimento islamita Hamas de 7 de outubro de 2023.
Presidente israelita responde que pedido de perdão deve partir do próprio primeiro-ministro.
A próxima fase prevê a desmilitarização do grupo e “a garantia de que o Hamas nunca mais terá qualquer papel no futuro de Gaza”.
Na próxima semana a lei do serviço obrigatório vai ser discutida no parlamento israelita, apesar do grande número de opositores, incluindo o partido de Benjamin Netanyahu.
"Israel não vai fazer nada com a Cisjordânia... não se preocupem com isso", afirmou o presidente norte-americano.