Carneiro exige explicações a Montenegro sobre exames e admite Comissão de Inquérito
O dirigente do Partido Socialista (PS) considera que o que se está a passar com os exames nacionais é "muito grave".
O dirigente do Partido Socialista (PS) considera que o que se está a passar com os exames nacionais é "muito grave".
E ainda Chicão a ser bidoutor, o ministro da Reforma no Instagram e o SEF a quem o desmantelou.
Ser do contra e ser alternativa não são a mesma coisa e o PS podia ter percebido isso com o resultado de Pedro Nuno Santos há um ano, que o tornou claríssimo. Carneiro tem de decidir se quer ir para Grândola ou se quer ir para São Bento. O caminho não é o mesmo.
Ventura acha que Montenegro não o respeita e sonha com um bipartidarismo entre o PS e... o Chega. Carneiro não quer parecer frágil, mas ensaia um discurso de vítima. Um não gosta de antecipar ansiedades como a discussão orçamental (Carneiro); outro vive delas (Ventura). Fazem contas a eleições em 2029.
O deputado do PS Nuno Fazenda aconselhou Sebastião Bugalho a estudar os dossiês "sobre os assuntos em causa" e a "comprovar junto das fontes e visitar os projetos concretos no terreno".
Líder do PS afirmou, no entanto, que "pode até acontecer que tudo tenha justificação" e que "tudo esteja devidamente enquadrado".
Tanto em 2020 como em 2025, o INE fez grandes correções às suas estimativas anteriores, aumentando retrospetivamente o crescimento de praticamente todos os anos.
Segundo o líder socialista, os portugueses sabem que "este Governo não responde aos seus problemas e sabem que existe uma alternativa", defendendo que o PS é essa alternativa "sólida, responsável e credível".
Partido considera inconstitucional que pessoas com elevada incapacidade por doença tenham de prestar trabalho social.
A história recente demonstra que a relação do líder do Chega com a verdade e com a reserva negocial é, digamos, criativa.
PS chegou esta quarta-feira a acordo com o Governo para viabilizar a Prestação Social Única.
Um lanchinho, cervejas ou uma dentadura nova: os votos têm muitos preços e às vezes só são pagos anos mais tarde. O poder partidário é uma máquina bem oleada, com equipas agarradas ao telefone e condutores que levam idosos a votar.
"Se o Governo insistir na desumanidade, em querer castigar os mais humildes, os mais vulneráveis e os mais pobres, o PS votará contra", assegurou.
Gostava de ser primeiro-ministro – e no PS há um grupo de influentes disponível para lhe abrir o caminho. Voltou ao espaço mediático em força à espera de uma oportunidade.
No discurso que proferiu no Congresso Nacional do PSD, que decorre em Anadia, distrito de Aveiro.