Ex-primeiro-ministro francês lança biografia: "É um striptease"
Num país onde os políticos sempre evitaram falar sobre a sua vida privada, a biografia está a ser considerada uma jogada política por muitos dos críticos.
Num país onde os políticos sempre evitaram falar sobre a sua vida privada, a biografia está a ser considerada uma jogada política por muitos dos críticos.
Quentin Deranque, de 23 anos, sofreu um grave traumatismo craniano depois de ser atacado à margem de um protesto de extrema-direita contra um evento que contava com a presença da eurodeputada Rima Hassan, em Lyon.
A recondução de Sébastien Lecornu como primeiro-ministro francês foi alvo de fortes críticas de vários partidos e já está anunciada uma moção de censura. O Erxecutivo poderá cair muito em breve.
Sébastien Lecornu afirma querer "concentrar as discussões" em dois pontos: a aprovação do orçamento e "o futuro da Nova Caledónia".
Bayrou admitiu reunir os partidos numa tentativa de evitar uma potencial queda do executivo devido à votação da moção de confiança.
A direita não aprova um governo de esquerda e a esquerda acena com um processo de destituição ao presidente. A estabilidade política francesa desejada por Macron parece cada vez mais distante.
Sabe chinês, sonhava trabalhar no mundo do ténis, mas fez carreira na função pública como economista. Agora Lucie Castets deverá ser a próxima primeira-ministra francesa.
Lucie Castets, de 37 anos, é o nome apresentado pela coligação que conta com o Partido Socialista, Partido Comunista Francês, Ecologistas e a França Insubmissa.
O presidente francês quer, no entanto, que o primeiro-ministro se mantenha na liderança de um governo “interino” pelo menos até ao final dos Jogos Olímpicos.
Mélenchon e a Nova Frente Popular ganharam, mas ele não será primeiro-ministro, mesmo tendo o maior grupo parlamentar na coligação. O CV de ex-trotskista, ativista de extrema-esquerda e talvez antissemita é cadastro político. História de um altermundialista nascido em Tânger.
Que coligação é esta que conseguiu "roubar" o primeiro lugar à extrema-direita na segunda volta? E quem vai governar a França depois deste resultado tripartido?
"Entregarei a minha demissão ao Presidente da República amanhã (segunda-feira) de manhã", anunciou Gabriel Attal, afirmando que poderá permanecer no cargo "enquanto o dever o exigir".
Sem maioria absoluta de nenhum dos blocos políticos, Macron terá de decidir quem nomear como primeiro-ministro, contando entre os candidatos com Mélenchon e Hollande. Certo é que a vitória da extrema-direita acabou por não acontecer e que a extrema-esquerda se fortaleceu no parlamento.
Segundo as primeiras estimativas divulgadas, na segunda volta das eleições nenhum dos três blocos obtém a maioria. O primeiro-ministro, do partido do presidente Macron, já anunciou que vai pedir a demissão amanhã de manhã.
Oito anos depois de criar o En Marche, o Presidente, preso num labirinto construído por ele, dissolve a Assembleia Nacional e mergulha França nas eleições mais polarizadas das últimas décadas.