Governo britânico admite possibilidade de proibir manifestações pró-Palestina
Na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.
Na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.
Documento foi entregue na Assembleia da República.
As autoridades destacaram também a presença de jovens extremistas de direita que partilham, através das redes sociais, conteúdos de "propaganda do terrorismo islamista".
Denúncia foi feita pelo Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, sob a autoridade do movimento islamista Hamas.
O Líbano foi arrastado para a guerra no Médio Oriente quando o Hezbollah atacou Israel para vingar o assassinato do guia supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, morto a 28 de fevereiro.
A revolução islâmica de 1979 mudou a forma como o Irão e Israel se relacionam
O primeiro-ministro indiano fez uma visita de dois dias a Israel, cimentando a parceria junto do homólogo Benjamin Netanyahu.
O filho mais velho do último xá do Irão vive há mais de 50 anos dos Estados Unidos e já elogiou várias vezes Donald Trump.
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
O massacre em Bondi, Austrália, foi o culminar de uma série de ataques antissemitas a nível global. Chegou-se a um nível de ódio e violência como "não se via desde a II Guerra Mundial", diz Vasco Weinberg
O Ministério da Saúde acrescentou que o número total de feridos desde que a trégua entre Israel e o Hamas entrou em vigor, em 10 de outubro, atingiu os 953.
No início da semana, António Guterres confirmou que os membros do Conselho de Segurança da ONU estavam a discutir a proposta inicial dos EUA sobre Gaza, que inclui um projeto de resolução para o estabelecimento desta força internacional.
O plano de pacificação de Gaza foi patrocinado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e entrou em vigor há um mês.
O Hamas libertou os 20 prisioneiros que permaneciam com vida, em troca de 2.000 detidos e presos palestinianos.
Israel e o Hamas concluíram um acordo de cessar-fogo prevendo a libertação dos reféns detidos em Gaza dentro de 72 horas em troca de prisioneiros detidos por Israel.
Também Paulo Rangel e Marcelo Rebelo de Sousa saudaram o acordo.