Milhares de pessoas manifestam-se em Berlim contra invasão russa na Ucrânia
Milhares de pessoas saíram às ruas da capital alemã, esta terça-feira, para assinalar o quarto aniversário da invasão russa na Ucrânia e exigir o fim da guerra.
Milhares de pessoas saíram às ruas da capital alemã, esta terça-feira, para assinalar o quarto aniversário da invasão russa na Ucrânia e exigir o fim da guerra.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, participou, esta terça-feira, numa sessão extraordinária no Parlamento Europeu, que assinalou os quatro anos do início da invasão russa na Ucrânia. Zelensky apelou a uma data clara para a adesão à União Europeia e agradeceu o seu apoio.
Presidente da Assembleia da República assinalou os quatro anos da invasão russa.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, deixou uma mensagem ao país, esta terça-feira, dia em que se assinalam os quatro anos da invasão russa e elogiou a resistência do povo ucraniano e o desejo de que a paz seja alcançada em breve.
O líder ucraniano poderá fazer o anúncio oficial sobre a convocação de eleições e do referendo a 24 de fevereiro, no dia em que se completam quatro anos da invasão russa à Ucrânia.
Kharkiv tem sido alvo de múltiplos ataques russos desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022.
A Ucrânia apresentou nesta semana um plano de paz composto por 20 pontos. Apoio militar dos aliados em caso de invasão russa é uma das garantias que o líder ucraniano quer assegurar.
Zelensky vê na integração na UE uma espécie de garantia de segurança, ainda que não compense a não entrada na NATO. É possível sonhar com um cessar-fogo capaz de evitar uma futura terceira invasão russa da Ucrânia (agora para Odessa e talvez Kiev, rumo às paredes da frente Leste da UE)? Nunca num cenário de concessão do resto do Donbass. O invadido a oferecer, pela negociação, ao invasor o que este não foi capaz de conquistar no terreno? Não pode ser. Aberração diplomática que o fraco mediador Trump tenta impor aos ucranianos.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e outros 34 países aprovaram formalmente, esta terça-feira, planos para criar um órgão de compensação destinado a indemnizar a Ucrânia pelos danos causados pela invasão russa.
Após quase quatro anos a lutar contra a invasão em grande escala da Rússia, as forças ucranianas contam com drones aéreos e terrestres para combater e para apoiar as tropas no terreno.
No total, 17 jornalistas foram mortos desde o início da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro 2022.
O líder norte-americano criticou a Rússia referindo que o país está “a lutar sem rumo há três anos e meio, uma guerra que deveria ter levado menos de uma semana a ser vencida por uma verdadeira potência militar”.
Esta é a segunda vez que Harry visita a Ucrânia desde o início da invasão russa.
Trump deu uma eternidade (50 dias) a Putin antes de “sanções devastadoras” que o façam parar a agressão na Ucrânia. Há três conclusões a tirar de três anos e meio de invasão russa. Duas até dão alguma esperança aos ucranianos a médio prazo. O problema é se Putin decide disfarçar o falhanço militar na Ucrânia subindo a parada sobre o flanco Leste da NATO. Haveria tempo para reagir?
Os portugueses demonstraram-se menos preocupados sobre uma eventual invasão russa do país (54%) e o desmembramento da UE ou da NATO (65% e 66%, respetivamente).
O horror em Sumy voltou a lembrar-nos o que é a invasão russa da Ucrânia, há mais de três anos. Está cada vez mais difícil manter o foco na questão mais relevante de todas, quando, em Washington, há um Presidente que soma disparates e garante a atenção mundial pela promoção da confusão.