Marcelo Rebelo de Sousa faz esta quinta-feira a sua última mensagem de Ano Novo
Prometeu que será mais curta devido à proximidade das eleições presidenciais.
Prometeu que será mais curta devido à proximidade das eleições presidenciais.
O poder das palavras é superpoderoso. Porém, as palavras, por si só, não têm o poder de fazer acontecer ou organizar a nossa vida, as nossas escolhas ou o nosso tempo.
Os actuais charlatões, que agora até já se atrevem a afirmar que Portugal precisa de “três Salazares”, têm antecessores e antecedentes muito antigos.
No meio da negritude da actualidade política, económica e social em Portugal e no resto do Mundo, faz bem vislumbrar, mesmo que por curtos instantes, uma luz.
Onde está a vitoriosa luta persistente de décadas de Portugal e dos portugueses pelo reconhecimento da independência, de facto e de direito, de Timor-Leste?
Na carta aberta, o Vida Justa destaca que "do Governo não se escuta uma palavra, apesar de existirem ministros e secretários de Estado com competências" em matéria de habitação.
A Lei Geral de Direitos das Pessoas com Incapacidade proíbe expressamente este tipo de práticas.
Familiares de um doente que morreu no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, ameaçaram e agrediram dois enfermeiros e causaram estragos nas instalações. Os enfermeiros ficaram com ferimentos ligeiros e foram assistidos no local.
Se alguma vez, por fatalidade nossa, o Chega tiver responsabilidades governativas, teremos em Portugal o mesmo tipo de actuação com que os americanos estado-unidenses estão a ser "brindados", ou seja, destruição da Democracia, violações sistemáticas das liberdades fundamentais e despedimentos em massa de funcionários públicos e outros servidores do Estado.
Diplomata palestiniana Rawan Sulaiman salienta que ministro dos Negócios Estrangeiros português defendeu a solução de dois Estados para o conflito israelo-palestiniano.
Até não faltou a utilização da palavra "independente" para qualificar "a magistratura" do Ministério Público, quando o novo PGR sabe muito bem o que está escrito no artigo 219º da Constituição da República.
Temos um Governo minoritário que não parece saber que é minoritário. Temos o principal partido da oposição que não sabe que não é governo. E temos o Chega, que não consegue falar com ninguém tamanhas são as tonteiras que faz todos os dias.
É eticamente inaceitável e moralmente intolerável que direitos que estão inscritos no Ordenamento Jurídico do País não possam ser exercidos pelos seus titulares por falta de um diploma regulamentar que ao Governo cabe elaborar e fazer entrar em vigor. O que significa que, na realidade dos factos, esses direitos não existem, de todo.
Para além de condenar o som público da voz de uma mulher como uma violação do pudor, o governo de facto dos talibãs no Afeganistão ratificou na semana passada uma lei, criticada pela comunidade internacional, que obriga as mulheres afegãs a usar o véu.
É maior milagre um político impoluto do que uma Nossa Senhora misericordiosa.
Se tivesse de escrever um livro sobre como ser um populista, João admite que mapearia todos os temas que não são tratados seriamente pelos partidos estabelecidos no regime (nomeadamente os da segurança, migração e corrupção).