As 11 coisas que não batem certo no que Luís Neves disse. E as 4 irregularidades confessadas
Ministro entrou em contradição com declarações passadas e apresentou versões estranhas de alguns factos
Ministro entrou em contradição com declarações passadas e apresentou versões estranhas de alguns factos
Um jovem de 24 anos que dizia ser espião para a Rússia virou a Justiça de pernas para o ar. Houve ações encobertas falhadas. Um inspetor da PJ matou um dos seus cães com a arma de serviço. Outro foi apontado como informador. E o motorista do comandante da PSP de Lisboa foi apanhado a perseguir uma coluna móvel da Judiciária.
Só um juiz pode autorizá-lo e Carlos Anjos, ex-inspetor da PJ, diz que em 40 anos não se lembra de um caso. Euclides Dâmaso, procurador-geral adjunto jubilado, diz o mesmo: “Não tenho memória disso. É um caso de grande melindre processual”. Rui Pereira, ex-MAI, diz que não se sabe ainda se PJ foi afastada da investigação
Os depoimentos das vítimas e os vídeos que mostram a tortura na esquadra do Rato, em Lisboa. E ainda: entrevistas a Moita Flores (tem novo livro) e Marisa Liz (novo disco) e os seguros para cães e gatos.
Em causa exames periciais à faca encontrada no local do crime.
Na primeira sessão de julgamento o agente da PSP Bruno Pinto, que está acusado de homicídio, tinha garantido que viu uma lâmina na mão de Odair Moniz.
Tudo começou, em fevereiro de 2025, quando a GNR comunicou à PJ uma situação que, perante os dados iniciais, ia muito além de um simples furto num quarto de hotel.
Foram detetados "numerosos movimentos bancários" entre o ex-juiz, o seu alegado 'testa-de-ferro' Santos Martins e o empresário José Veiga.
No início da década de 1990, um trio criminoso dedicou-se a raptar, torturar, roubar e violar mulheres desprevenidas que “caçava” nas noites de Lisboa. Ana Cristina foi a única vítima mortal.
Portugal falha no combate à corrupção. Não porque as suas medidas não resultem, mas porque não faz nada.
A parlamentar do Chega será julgada por um crime informático nos dias 12, 26 e 30 de junho e 1 e 2 de julho, ditou-se em sessão presidida pela juíza Rafaela de Aragão Pimenta.
André Inácio esteve no NOW e também questionou a finalidade da recolha e distribuição dessas informações.
"Neste momento, a nossa preocupação reside numa campanha atual em que foram difundidas de forma massiva milhares de chamadas telefónicas e que tem resultado num número incomum de queixas", assegurou o coordenador de investigação criminal José Ribeiro, da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica.
Vai começar a cumprir a pena de sete anos e cinco meses de prisão a que foi condenado em 2019.
A Odebrecht Portugal já está a pagar a prestações cerca de €5 milhões para não ser acusada de fraude fiscal e lavagem de dinheiro no caso Monte Branco. O Ministério Público aceitou que as transferências internacionais, se destinaram apenas a pagar por fora a funcionários da empresa. Mas parte desse dinheiro estava a ser usado no caso CMEC/EDP, para fundamentar pagamentos corruptos na adjudicação e construção da barragem do Baixo Sabor. Uma investigação que visa muitos milhões de euros enviados através de offshores e destinados também ao enigmático “Príncipe”.
Advogados alegam que Carlos Casimiro Nunes beneficiou indevidamente Rui Pinto na suspensão de vários processos. Troca de correspondência indica que a PJ e a chefia do DCIAP atrasaram propositadamente investigação ao processo nascido do caso Football Leaks e à intrusão no Benfica