Sábado – Pense por si

Miguel Rodrigues (em cima), principal arguido do caso, está preso preventivamente. Foi acusado por crime de tentativa de espionagem.
Carlos Rodrigues Lima

Serviços secretos: o caso do falso espião russo que pôs a PJ a caçar gambozinos

Um jovem de 24 anos que dizia ser espião para a Rússia virou a Justiça de pernas para o ar. Houve ações encobertas falhadas. Um inspetor da PJ matou um dos seus cães com a arma de serviço. Outro foi apontado como informador. E o motorista do comandante da PSP de Lisboa foi apanhado a perseguir uma coluna móvel da Judiciária.

O empreiteiro das obras na casa do ministro da Administração Interna, Luís Neves, andava com um vagão TIR apreendido pela PJ com químicos para produção de droga.
Marco Alves

Um bem apreendido estar a ser usado por um privado? "É inédito"

Só um juiz pode autorizá-lo e Carlos Anjos, ex-inspetor da PJ, diz que em 40 anos não se lembra de um caso. Euclides Dâmaso, procurador-geral adjunto jubilado, diz o mesmo: “Não tenho memória disso. É um caso de grande melindre processual”. Rui Pereira, ex-MAI, diz que não se sabe ainda se PJ foi afastada da investigação

A esquadra dos horrores

Os depoimentos das vítimas e os vídeos que mostram a tortura na esquadra do Rato, em Lisboa. E ainda: entrevistas a Moita Flores (tem novo livro) e Marisa Liz (novo disco) e os seguros para cães e gatos.

"Gangue do multibanco" atuava em Lisboa
João Amaral Santos

O “gangue do multibanco”

No início da década de 1990, um trio criminoso dedicou-se a raptar, torturar, roubar e violar mulheres desprevenidas que “caçava” nas noites de Lisboa. Ana Cristina foi a única vítima mortal.

Lusa

PJ usada em campanha de burla massiva e com recurso a inteligência artificial

"Neste momento, a nossa preocupação reside numa campanha atual em que foram difundidas de forma massiva milhares de chamadas telefónicas e que tem resultado num número incomum de queixas", assegurou o coordenador de investigação criminal José Ribeiro, da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica.

António José Vilela

MP aceita que milhões suspeitos para corromper o "Príncipe" foram apenas fraude fiscal

A Odebrecht Portugal já está a pagar a prestações cerca de €5 milhões para não ser acusada de fraude fiscal e lavagem de dinheiro no caso Monte Branco. O Ministério Público aceitou que as transferências internacionais, se destinaram apenas a pagar por fora a funcionários da empresa. Mas parte desse dinheiro estava a ser usado no caso CMEC/EDP, para fundamentar pagamentos corruptos na adjudicação e construção da barragem do Baixo Sabor. Uma investigação que visa muitos milhões de euros enviados através de offshores e destinados também ao enigmático “Príncipe”.

Márcia Sobral

Benfica acusa procurador do DCIAP e a Judiciária de beneficiar Rui Pinto

Advogados alegam que Carlos Casimiro Nunes beneficiou indevidamente Rui Pinto na suspensão de vários processos. Troca de correspondência indica que a PJ e a chefia do DCIAP atrasaram propositadamente investigação ao processo nascido do caso Football Leaks e à intrusão no Benfica

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