Sábado – Pense por si

D. Sebastião, o mais desejado que se tornou rei imortal
Susana Lúcio

D. Sebastião, o mais desejado que se tornou rei imortal

O mito começou a ser construído no dia em que nasceu: era a última esperança da coroa para um herdeiro. Não conheceu os pais e cresceu entre a disciplina dos jesuítas, o gosto pelo treino militar e a interferência do tio, Filipe II de Espanha. Foi morto em batalha, mas o Reino nunca o quis aceitar.

Antes de existir Portugal, já este palácio fazia parte da História

No coração da vila de Sintra ergue-se um dos edifícios mais antigos da história de Portugal. Mas o Palácio Nacional de Sintra nunca foi apenas cenário do passado. Continua ligado ao quotidiano da vila e é um dos melhores exemplos de como o património pode permanecer vivo ao longo dos séculos.

Nova plataforma de financiamento de I&D da SPV já disponível

SPV lança nova plataforma para financiamento de projetos de I&D

Programa da SPV apoia estudos e projetos de I&D focados na economia circular e gestão de resíduos de embalagens Candidaturas podem ser submetidas por entidades nacionais e internacionais, desde que as atividades de I&D tenham aplicação em Portugal SPV já investiu, através deste programa, mais de 6M€ em 69 projetos de I&D e inovação

A rainha-mãe  D. Maria Pia  (segunda à dt.ª) num passeio de bicicleta em  Sintra, em 1898
Susana Lúcio

Sintra, o resort da família real

Escolhida pela frescura no século XIV, a vila junto à costa Atlântica tornou-se residência dos monarcas portugueses durante o verão até à perda da independência. No séc. XIX ganhou fama mundial e foi palco de soirées, garden parties , piqueniques e jantares dançantes protagonizados pela alta sociedade.

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

Susana Lúcio

Um rei só e sob constante ameaça

D. João II exigiu obediência aos nobres e centralizou o poder na Coroa. Sem irmãos que o apoias sem, enfrentou duas conspirações e ele próprio executou um dos traidores

Pormenor das Tapeçarias de Pastrana que retratam a conquista de Arzila
Susana Lúcio

O príncipe guerreiro e leal

Armado cavaleiro em campo de batalha no campo de batalha em Arzila, Norte de África, foi aclamado rei duas vezes - na primeira devolveu a coroa ao pai ao fim de quatro dias

A Newsletter SÁBADO Edição Manhã no seu e-mail
Tudo o que precisa de saber sobre o que está a acontecer em Portugal e no mundo. Enviada de segunda a domingo às 10h30