E que diferença um dia faz!
Há momentos que são marcantes e cujas consequências são definitivas e perenes na vida das pessoas e dos povos.
Há momentos que são marcantes e cujas consequências são definitivas e perenes na vida das pessoas e dos povos.
De esta quinta-feira, 9 até 19 de outubro, a 10.ª edição do Festival Literário Internacional de Óbidos propõe concertos, apresentações de livros e muitos debates. Eis 15 momentos a não perder.
O especialista em regimes instáveis e violência política estudou em Oxford e trabalhou na República Democrática do Congo durante um golpe falhado, experiência que fez com que focasse a sua investigação em regimes autocráticos.
Há 30 anos, Michael Moore estreou Canadian Bacon, sátira à indústria militar descontrolada, onde se inventa uma guerra entre os EUA e o Canadá, só para vender mais armas, e salvar as fábricas da bancarrota. Projecto para 2025? Só a brincar.
Trocou Medicina por Filosofia (que se revelaria mais útil em política), foi para o PS aos 15 anos, mas nunca alinhou em unanimismos – e sofreu as consequências. Mas não está melindrado com ninguém. De Bruxelas, não sai para Belém: “Não tenho essa aspiração.”
Benjamin Netanyahu está a causar danos bem mais graves à Democracia, ao Estado de Direito, e, em geral, às construções ideológicas que caracterizam a chamada Civilização ou Cultura Ocidental, do que aqueles que estão a ser provocados por Vladimir Putin.
Alguém diga a estes fanáticos: deixem as crianças em paz. E arranjem vida própria. A falta de empatia aliou-se à ausência total de inteligência e, de repente, surgiram grupos de extrema-direita, sempre com mais capacidade de destilar ódio do que analítica – sempre em busca de uma vendeta e não da paz.
Os grandes custos no que toca à habitação e as baixas expectativas salariais em Portugal são apresentados como as principais razões para a vontade de sair.
O assassínio de Navalny foi, realmente, uma provocação perversa aos líderes da NATO. Putin não tinha reais motivos para o fazer desaparecer, Navalny já não fazia sombra ao todo-poderoso inquilino do Kremlin.
Dois dias corridos, quando o mataram, ainda ela podia ler uma e outra vez na derradeira mensagem que ele lhe conseguiu fazer chegar: «Sinto-te a meu lado a cada segundo e amo-te cada vez mais.»
O debate Montenegro-Santos seria o dia do juízo final. Mas este duelo ao sul acabou apenas como reiteração de posições arquiconhecidas. E o efeito dos frente a frente no voto faz-se de outras contas, nem todas conhecidas.
Comparar António Costa a um porco não é comparável a colocar um preservativo no nariz de um Papa, Paulo Portas a Pinóquio e Cavaco Silva e Passos Coelho a Adolfo Hitler. Isto para referir apenas algumas imagens que circularam abundantemente pelos meios sociais procurando "dourar" o acto do professor da FENPROF (e não do STOP), e procurando fazer crer que essas outras caricaturas se equivaliam.
O ex-governante tem a ambição de escrever um clássico de não ficção e vai dedicar-se ao jornalismo internacional. Conta o que tem visto na Ucrânia – e arrasa a posição do PCP sobre a guerra.
Vladimir Kara-Murza, filho e neto de historiadores e jornalistas, sempre foi educado a pensar pela sua cabeça. Depois de condenado por um tribunal russo a 25 anos de prisão, deixou uma mensagem: “A Rússia será livre. Digam a toda a gente.”
Anne Applebaum faz o balanço de um ano de guerra da Rússia contra a Ucrânia. Defende que os ucranianos não devem ceder território, dado que Putin nunca vai deixar de querer controlar tudo.
Nomeado um dos 100 pensadores políticos mais importantes pela Foreign Policy, dá formação a Presidentes, ao FBI e aos militares. Diz que a Rússia pode mudar ou cair no caos, após a guerra.