Ventura e a economia: uma relação complicada
A exigência descabida de baixar a idade legal da reforma é mais do que um pretexto para não aprovar a reforma laboral: é a confirmação de um vazio
A exigência descabida de baixar a idade legal da reforma é mais do que um pretexto para não aprovar a reforma laboral: é a confirmação de um vazio
As várias comemorações de Maio podem e devem motivar debates profundos acerca do nosso quotidiano. Debates de natureza política, sem dúvida, mas também éticos e morais.
Luís Montenegro disse que, sem entendimento na concertação social, a última palavra sobre o pacote laboral cabe à Assembleia da República.
Durante a tarde desta sexta-feira, milhares de pessoas juntaram-se às comemorações do 1.º Maio, na manifestação convocada pela CGTP entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henrique, em Lisboa. A UGT concentrou-se no Jamor.
"Trabalho com direitos é trabalho com futuro" é uma das frases que se lê numa das bandeiras que decoram o espaço em frente ao palco.
Anúncio foi feito pelo secretário-geral Tiago Oliveira em entrevista à RTP Notícias.
A intersindical garantiu que os trabalhadores vão também lutar pela “derrota do pacote laboral”, que referiu ilustrar que o executivo de Luís Montenegro serve apenas “os interesses dos grandes patrões”.
Tal como "Grândola Vila Morena" em Portugal, "Bella Ciao" é o hino do 25 de Abril de 1945 em Itália, ligado ao movimento de resistência e libertação nazi.
Tiago Oliveira lembrou que "a maioria dos trabalhadores se pronunciaram no sentido de rejeitar" a proposta de alterações do executivo.
Rosário Palma Ramalho considerou que o processo negocial "durou o tempo que tinha que durar".
Foi assassinado com três tiros depois de governar o País durante 374 dias, numa tentativa inédita de instaurar um regime presidencialista autoritário, associado a um verdadeiro culto da personalidade que o seu carisma alimentou. Morreu o homem, nasceu o mito.
O Museu Nacional Soares dos Reis, por exemplo, está hoje "parcialmente encerrado".
Sob o mote "Abaixo o Pacote Laboral! Aumentar salários, garantir direitos, é possível uma vida melhor", a manifestação terá início pelas 14h30 no Saldanha e termina na Assembleia da República.
Leitão Amaro esclareceu que esta porta aberta se refere ainda à fase de negociação na concertação social, dizendo ter ouvido notícias dos vários parceiros sociais de que há vontade de continuar a negociar.
A central sindical considera que a proximação negocial é "insuficiente".
Nos últimos meses, o Governo tem reunido com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.