Extrema-direita ganha força no Senado francês e Marine Le Pen celebra: "Vitória histórica"
Rassemblement National e os seus aliados da União das Direitas pela República garantiram este domingo 15 lugares.
Rassemblement National e os seus aliados da União das Direitas pela República garantiram este domingo 15 lugares.
Da Constituição mais antiga do mundo aos impasses atuais, dos históricos impeachments presidenciais à separações de poderes, uma leitura guiada pelas engrenagens institucionais que moldam o sistema político da maior potência global.
O fumo negro da vitória de Donald Trump, a saída empurrada de Joe Biden, Bibi-terminator ou a surpresa francesa desenhadas por Vasco Gargalo ao longo de 12 meses.
Entramos, pelos portões infernais, naquela garganta em que se misturam e confundem todas as crises, todas as fraquezas, todos os boatos, todas as bravatas, todas as chantagens, todos os eternos partidos, todos os barões inteiros, e todas as verdades escondidas. Estamos num reino frágil.
Os árabes americanos têm um peso significativo em alguns estados em que o resultado será à tangente. Antes, votavam Democrata. Agora, votam de olhos postos na Palestina.
Os partidos dos EUA arrumaram a casa, fizeram as suas convenções (obedientes e sem surpresas) e lançam-se no último troço da campanha. A fábula está em curso.
Os bastidores do plano para o 'golpe' foram afinal gravados. Um documentário ameaça dinamitar a defesa de Trump. Roger Stone, seu velho parceiro, surge a dizer ao realizador “se usar isso, mato-o” e este chega a ter um ataque cardíaco.
Embora prefira um bilião de vezes o "sistema americano" à organização política que vigora na Federação Russa, na China, na Turquia, no chamado Mundo Islâmico, e na generalidade dos países que não fazem parte do designado Mundo Ocidental (grupo no qual incluo também o México e os países da América do Sul), não considero os EUA um farol da Democracia.
Comissão acredita que Donald Trump sabia que as alegações de fraude eleitoral eram falsas e tentou permanecer no poder a todo o custo.
Começaram as audições públicas sobre o 6 de janeiro negro em Washington. Um guião que mais parece de filme: avisos aos serviços secretos de que o vice-presidente corre perigo... por causa do presidente; uma milícia a mando deste; uma fogueira de provas na Casa Branca. E muito mais, sempre a tocar o inacreditável.
“Ontem foi um dos dias mais negros da nossa história. Um ataque, literalmente, ao centro da liberdade, na própria capital dos Estados Unidos”, afirmou Joe Biden.
Chama-se Jake Angeli mas prefere ser tratado por Yellowstone Wolf. Fiel seguidor do movimento conspiracionista de extrema-direita QAnon, garante que a sua missão é informar.
Investigador Álvaro Vasconcelos classificou a violência no Capitólio em Washington, que causou quatro mortos, como uma tentativa de golpe de Estado.
O primeiro-ministro, António Costa, e o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, condenaram os incidentes, tal como a União Europeia, a NATO e governos de vários países.
O Congresso dos Estados Unidos ratificou a vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais de novembro, na última etapa antes de ser empossado em 20 de janeiro.
Democrata alcançou 306 votos do Colégio Eleitoral, contra os 232 de Donald Trump.