Sábado – Pense por si

A devassa dos outros

Quem aceita um cargo público não perde a vida privada, mas aceita que o perímetro da mesma recua exatamente até ao ponto onde chega o seu poder de decidir. Confundir as duas situações é querer transformar a privacidade num biombo, num escudo.

A festa de Fernando Seara juntou Luís Neves e maçons da Soberana e alimentou a tese
João Amaral Santos

Luís Neves é ou não da maçonaria?

Rui Rocha, deputado da IL, mantém a convicção de que o ministro “mentiu” ao parlamento, mas nenhuma das 20 obediências ativas em Portugal tem ou teve, em qualquer momento, o registo do nome do ministro entre os seus membros.

António José Vilela

Como funcionam as lojas secretas da Maçonaria

Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.

Maria Henrique Espada

Álvaro Beleza: "Há uma regra: nunca pedi lugares. Nunca"

Cresceu com os avós, tratou a mãe com esquizofrenia, foi a Praga a meio de uma revolução, candidatou-se a líder do PS, sarou feridas internas, sobreviveu a um cancro, é maçon e recomenda. Diz que a alguns no PS faz falta saberem o que são questões de vida ou de morte. Não são as da política

António José Vilela

Grande Loja Legal recrutou 400 novos maçons

A 4 de abril saber-se-á quem são os candidatos confirmados a grão-mestre. Depois de três anos de crise, a maçonaria regular iniciou centenas de Irmãos e lucrou quase €120 mil.

António José Vilela

O pacto secreto dos três maçons e a corrupção na câmara

Um acordo criminoso não cumprido na venda de um terreno público que iria defraudar o Estado. Uma autarca endividada por empréstimos pessoais e que tomava decisões após consultar uma “conselheira espiritual”. O dinheiro encontrado num cofre e em envelopes. E o alegado pacto do deputado do PS com os dois amigos que tinham feito juras de fidelidade nos templos da maçonaria.

Nuno Tiago PintoAntónio José Vilela

As operações clandestinas dos espiões portugueses

A intervenção do SIS para recuperar o computador de Frederico Pinheiro trouxe para a ribalta a atuação dos oficiais de informações do SIS. Treinados para realizar operações clandestinas, os agentes dos “serviços” atuam na fronteira da legalidade – ou mesmo ultrapassando-a, segundo relatos de ex-responsáveis.

Maria Henrique Espada

Fiscal das secretas omitiu empresa

Não constava da declaração de interesses, o que, na lei, determina cessação do mandato. O juiz Mário Belo Morgado corrigiu o documento, fora de prazo, quando questionado pela SÁBADO.

Alexandre R. Malhado

Caso Galamba. SIS em “desvio de funções”

Secretas intervieram na recuperação do portátil de ex-adjunto. Juristas questionam legalidade da atuação do serviço, liderado por um espião com ligações ao PS e PSD.

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