Governo recebe sindicatos da função pública para negociar salários de 2027
Os sindicatos reivindicam aumentos salariais superiores ao previsto para acompanhar o aceleramento da taxa de inflação.
Os sindicatos reivindicam aumentos salariais superiores ao previsto para acompanhar o aceleramento da taxa de inflação.
A forma distorcida, e simplista, como se analisa e debate cada Orçamento do Estado ajuda a criar um sentimento deslocado de insatisfação com a política.
Primeiro-ministro dedicou parte da sua intervenção na AR a reagir às críticas de despesismo do antigo ministro das Finanças do PS, Mário Centeno.
Proposta será apresentada esta quinta-feira.
Segundo o Ministério das Finanças, o Governo manifesta-se disponível para "soluções equilibradas".
Esta é a primeira reunião no âmbito desta negociação e acontece a poucas dias da entrega da proposta de Orçamento do Estado para 2027.
Este foi o cenário encontrado pela Lusa durante uma ronda feita por escolas de Lisboa e com base em declarações de encarregados de educação.
Pelas 11h00, está prevista uma manifestação entre a Praça da Figueira e o Ministério das Finanças, em Lisboa.
Secretário-geral defende que a base remuneratória da administração pública tem que "continuar a ser aumentada, afastando-se naturalmente do salário mínimo nacional".
A subida dos juros das dívidas soberanas por enquanto não tira o sono nas Finanças - mas o novo ambiente nos mercados condiciona mais a política orçamental.
Secretário-geral do PS anunciou o movimento “Contamos todos”, que visa criar uma “alternativa socialista de confiança”.
Em causa está a nova lei orgânica da instituição e "a retirada" de 100 ambulâncias do dispositivo operacional.
Se a reforma é digital, o mínimo que se espera é que a tecnologia colabore. E um plano para gerir a crise depois de ela se instalar não é contingência, é improviso.
Estamos a falar da normalidade quotidiana de uma parte significativa das mais de mil instalações policiais que o Ministério da Administração Interna admite tutelar, muitas delas, nas palavras da própria tutela, em situação deficitária.
No 43.º Congresso do PSD, Luís Montenegro promoveu o seu "bando dos quatro" para vices. Não guardou rancores contra o Chega pelo pacote laboral, mas quis mostrar a Ventura e a Passos quem é o reformista na sala.
O líder do PSD e primeiro-ministro discursou no encerramento do congresso do partido, em Anadia.