Homem que fugiu do Tribunal de Ponte de Sor indiciado de 20 crimes
Cinco dos crimes são de tentativa de homicídio.
Cinco dos crimes são de tentativa de homicídio.
A maioria do dinheiro conquistado alegadamente através de burlas terá sido gasto em jogo - online e em casinos - pelo homem, que estava preso preventivamente aquando da acusação do Ministério Público.
Terão sido efetuados "vários disparos" no interior e nas imediações do edifício.
Dois historiadores, Luís Nuno Rodrigues e Maria José Oliveira, escreveram livros essenciais para a história contemporânea de Portugal.
Estão fortemente indiciados pela prática de um crime de homicídio na forma tentada, um crime de ofensas à integridade física qualificada, um crime de detenção de arma proibida e um delito por condução de veículo sem habilitação legal.
Segundo a PJ, "durante a intervenção policial, este reagiu a tiro, utilizando uma espingarda caçadeira, que detinha ilegalmente, atingindo dois militares nos membros superiores".
A decisão do Ministério Público (MP) surge um dia depois de o coletivo de juízes ter considerado a acusação "inválida" e, como tal, tida como "improcedente".
Rui Pinto respondia por mais de 200 crimes, entre os quais acesso ilegítimo qualificado, crimes de violação de correspondência agravados e crimes de dano informático.
O advogado admite que a conduta do seu cliente "é muito censurável", o que o próprio reconhece, mas sublinha que a ação não tem a "conotação ideológica" nem as "intenções concretas" que lhe têm sido atribuídas.
Nuno Pardal Ribeiro foi condenado pelo Tribunal de Cascais a uma pena de prisão suspensa por crimes de prostituição infantil.
Os dois suspeitos, de 20 e 39 anos, terão usado uma arma de fogo na sequência de uma discussão entre dois grupos na via pública.
Esta fase antecede o julgamento e tem com objetivo avaliar se existem, ou não, indícios suficientes para julgar.
Tudo começou, em fevereiro de 2025, quando a GNR comunicou à PJ uma situação que, perante os dados iniciais, ia muito além de um simples furto num quarto de hotel.
O caso aconteceu no ano passado, quando o jovem soube que iria acontecer na Escola da Base Naval de Lisboa a Conferência Inicial de Planeamento.
O jovem de 24 anos foi detido no âmbito da operação “Fribérico”, que resultou também na detenção de outros três portugueses.
"stamos a falar de uma pena mínima de 16 anos por cada um dos três crimes de homicídio", disse o procurador.