Governo prepara reforço da proteção do lobo-ibérico
Dezenas de organizações ambientalistas tinham alertado que as propostas de alteração ao Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) podiam pôr em causa a proteção do lobo-ibérico.
Dezenas de organizações ambientalistas tinham alertado que as propostas de alteração ao Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) podiam pôr em causa a proteção do lobo-ibérico.
Emílio Vasquez Blanco tem fortes ligações ao PS.
Lembrando que o lobo-ibérico é protegido desde 1988, as organizações de ambiente frisam que as alterações ao PEPAC contrariam a promessa da ministra, que em setembro de 2024 disse que não haveria alterações na política nacional de proteção do lobo-ibérico.
O Banco de Portugal está a preparar alterações às medidas macroprudenciais, mas sublinha que o mais importante seria que estas fossem obrigatórias.
Arquivos da violência política não devem servir para servir a agenda do Chega mas para fazer a história. E ela também está cheia de cadáveres no rasto da extrema-direita
Ontem foi o PRR. Hoje é o PTRR. Amanhã talvez venha o PRRRR, porque em Portugal a criatividade institucional mede-se pelo número de letras repetidas numa sigla.
Entre quem faz donativos partidários há quem, por razões de transparência, discorde abertamente do novo sigilo público sobre quem financia os partidos e as campanhas eleitorais. "Quando dou não me importo que digam que dou", responde Miguel Sommer Champalimaud, que apoiou o Chega. Não encontrámos quem defendesse o bloqueio à divulgação, mas muitos não responderam.
O último debate quinzenal, realizado a 15 de abril, ficou marcado pelas críticas da oposição à forma como o Governo tem respondido ao aumento dos preços dos combustíveis e bens essenciais na sequência da guerra no Irão e pela legislação laboral, temas que deverão voltar à discussão parlamentar.
A iniciativa surge depois de a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) ter deixado de disponibilizar a identidade dos doadores dos partidos, após parecer da parecer da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA).
É do mais elementar interesse público saber quem financia os partidos que são responsáveis pelos destinos do país. Foi precisamente esta prática que permitiu revelar, por exemplo, os donativos do universo Espírito Santo às campanhas presidenciais de Cavaco Silva.
O alegado enorme estadista, que continua a ser elogiado na esquerda lusa, tem currículo mas sobretudo um cadastro que, visto do País que está a julgar José Sócrates, deveria condená-lo a, no mínimo, uma distância política higiénica.
Na semana passada, foi noticiado que, após um parecer da Comissão de Acesso aos Dados Administrativos, a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos deixou de disponibilizar a identidade dos doadores dos partidos.
Uma discreta habilidade administrativa tornou impossível saber quem compra influência nos partidos.
Presidente da câmara de Matosinhos diz que almoços nas marisqueiras são uma “uma forma eficaz de trabalhar”. Faturas mostram consumo massivo de marisco, com despesas que chegam a 2 mil euros. Recusa revelar quem participou nesses repastos, alegando “proteção de dados pessoais”.
Marques Mendes, que tem de pagar mais de 100 mil euros do seu bolso para saldar gastos da campanha, foi descansar para Cabo Verde antes de regressar à Abreu. Gouveia e Melo está em casa a refletir. Outros estão a fazer movimentos políticos e muitas contas.