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Sigilo sobre quem doa a partidos? "É ridículo", diz Luís Amaral, o milionário que apoiou a IL

Bruno Faria Lopes
Bruno Faria Lopes 05 de maio de 2026 às 23:00

Entre quem faz donativos partidários há quem, por razões de transparência, discorde abertamente do novo sigilo público sobre quem financia os partidos e as campanhas eleitorais. "Quando dou não me importo que digam que dou", responde Miguel Sommer Champalimaud, que apoiou o Chega. Não encontrámos quem defendesse o bloqueio à divulgação, mas muitos não responderam.

Miguel Sommer Champalimaud, 75 anos, a caminho das eleições autárquicas de 2021, a que se juntaram mais 10 mil euros da sua mulher, Mafalda de Mendia Champalimaud, e mais umas centenas de euros entre um filho e um sobrinho. A revelação destes donativos de membros de um dos ramos familiares dos Champalimaud (e de um elemento da família Mello) feita pela SÁBADO em setembro daquele ano teve impacto na perceção sobre quem financia o partido populista de direita radical. Mas pensa Miguel Champalimaud que a divulgação de que doou dinheiro pôs em causa a privacidade pessoal e familiar?

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