MP diz que transparência nos doadores facilita deteção de crimes no financiamento partidário
A posição consta de três pareceres, a propósito dos projetos de lei do PS, Livre e BE para reverter a ocultação dos nomes.
A posição consta de três pareceres, a propósito dos projetos de lei do PS, Livre e BE para reverter a ocultação dos nomes.
O populismo só nos oferece isto: uma escolha entre diferentes variantes de aldrabões.
Há uma diferença entre insultar e inventar mentiras e, sobre o primeiro caso, eu tenho um curso completo como alvo, como “cavalgadura ignorante”, “historiador de vão de escada”, “comunista”, “senil”, “com Alzheimar”, “que vive do pote” e “nunca trabalhou na vida”. Também sei de onde vêm estes insultos, sei o papel de nomes falsos e bots.
Uma investigação da Fundação Champalimaud.
O padrão é o mesmo: em Portugal legisla-se mal, sem planear políticas públicas, sem identificar com rigor os problemas, sem fundamentar as propostas de solução, sem medir os impactos do que foi feito.
Número de deputados a insistir para que abandone Downing Street tem aumentado.
A 70.ª edição do festival Eurovisão vai para o ar debaixo de grande contestação. A permanência de Israel em competição fez com que alguns países desistissem da prova, Espanha incluída.
Entre quem faz donativos partidários há quem, por razões de transparência, discorde abertamente do novo sigilo público sobre quem financia os partidos e as campanhas eleitorais. "Quando dou não me importo que digam que dou", responde Miguel Sommer Champalimaud, que apoiou o Chega. Não encontrámos quem defendesse o bloqueio à divulgação, mas muitos não responderam.
O deputado defendeu que "todos os donativos, inclusive e especialmente aqueles que têm valor mais elevado, devem ter uma divulgação nominativa e devem ser conhecidos nos seus vários elementos por uma questão de transparência".
A iniciativa surge depois de a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) ter deixado de disponibilizar a identidade dos doadores dos partidos, após parecer da parecer da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA).
Um dos empresários que comprou o imóvel é descrito na operação Cartão Vermelho como “testa de ferro” do antigo presidente do Benfica e sem “capacidade financeira”. As conversas mostram que Vieira acompanhou o assunto ao pormenor, mas as suspeitas nunca foram comunicadas ao processo que investiga venda do imóvel.
Na semana passada, foi noticiado que, após um parecer da Comissão de Acesso aos Dados Administrativos, a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos deixou de disponibilizar a identidade dos doadores dos partidos.
Uma discreta habilidade administrativa tornou impossível saber quem compra influência nos partidos.
As jotas partidárias têm má fama, mas as escolas já ensinam os piores podres da política.
Defende um tipo de estudo de proximidade que provoque modificações reais na vida das populações. Agora que subirá mais um degrau na sua carreira académica, na Nova SBE, a economista imprimirá um cunho mais feminino à investigação, nem que seja enquanto exemplo para outras mulheres batalharem por chegarem mais longe num mundo ainda dominado pelos homens