O ano que podia ter sido
Para variar convido-vos esta semana para uma viagem esperançosa pelo ano que poderíamos ter tido.
Para variar convido-vos esta semana para uma viagem esperançosa pelo ano que poderíamos ter tido.
O ano que termina visto pelo cartoonista Vasco Gargalo.
Estas serão a 19ª e a 20ª edição do Grande Prémio de Portugal com as corridas iniciais em 1958 e 1960 no circuito da Boavista no Porto, a de 1959 em Monsanto, em Lisboa, e entre 1984 e 1996 no Autódromo do Estoril em Cascais.
Autódromo Internacional do Algarve de volta ao calendário de corridas.
A gafe monumental do “hamburguergate” e as mentiras a ela associadas, como aquela das 1.500 viagens de Marcelo, não deverão prejudicar André Ventura.
O encerramento acontece no final de um mês que foi marcado pelos incêndios florestais de grande dimensão.
Debate está agendado para as 15h e terá uma duração de cerca de uma hora.
Governo perdeu tempo a inventar uma alternativa à situação de calamidade, prevista na Lei de Bases da Proteção Civil. Nos apoios à agricultura, impôs um limite de 10 mil euros que, não só é escasso, como é inferior ao que anteriores Governos PS aprovaram. Veremos como é feita a estabilização de solos.
Luís Montenegro vai ser ouvido no Parlamento dia 27 às 15h.
Luís Montenegro anunciou o concurso para a construção do Hospital Central do Algarve e duas barragens na região.
Desde que é líder do PSD, em 2022, Montenegro tem aproveitado a 'rentrée' política para anunciar novas medidas ao País.
Em ano de autárquicas e com a Assembleia da República já em pausa para férias, a agenda dos políticos portugueses começa a reduzir-se e será em agosto que vão tirar os seus dias de descanso.
Marques Mendes acusou Rio de fazer uma oposição frouxa e de ter uma atitude de subserviência a António Costa e ainda de ter dividido o PSD. Rio decidiu então não o apoiar na sua candidatura presidencial e ser mandatário do seu maior opositor: Gouveia e Melo.
Newsletter de quarta-feira
Empresa do marido da secretária de Estado das Pescas prestou serviços durante três anos. Fez a Festa do Pontal, o Congresso e criou uma app.
Uma questão pessoal fez cair o Executivo e o PSD ficou em silêncio. Não, o partido não pensa em uníssono, mas está incapaz de gerar uma alternativa. Há cargos públicos para proteger e Montenegro tem os sociais-democratas no bolso. Vive-se um clima de paz podre, mas muitos criticam-no em voz baixa: “Às tantas estamos todos a defender o indefensável".