Infarmed a trabalhar no regime especial de comparticipação de medicamentos para obesidade
Processo prevê o envolvimento dos médicos de família.
Processo prevê o envolvimento dos médicos de família.
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
Um dos maiores riscos apontados pelos especialistas é a ausência de sintomas imediatos.
O Infarmed refere que a Towa Pharmaceutical irá proceder à recolha voluntária de nove lotes referentes aos medicamentos Sertralina toLife 50 e 100 miligramas.
Já não é só uma moda - metade da população toma e, com frequência, mais do que um. Atuar na prevenção é bom, mas tem de haver uma justificação para o fazer, ressalvam os especialistas, porque estes produtos não estão isentos de riscos, nem são uma pílula milagrosa. Conheça as verdades e os mitos.
Segundo um estudo agora divulgado.
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
Na verdade existe, chama-se naltrexona e destina-se a tratar as dependências desta substância - não para um uso recreativo. Profissionais de saúde no Reino Unido sugerem que poderia ajudar a combater os excessos das festividades.
Trabalho foi publicado na revista Cardiovascular Research.
A comparticipação destes remédios pode ter um custo de €600 milhões por ano. Mas especialistas apontam para os benefícios.
Há cada vez mais jovens em sofrimento psicológico e temos de criar ferramentas para ultrapassar esta situação, alerta o psiquiatra.
Nomeação de Jim O'Neill surge após a Casa Branca ter demitido Susan Monarez da direção do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças.
José Silva Nunes, presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, não acredita que as dificuldades que os pacientes com diabetes têm em aceder a medicamentos como o Ozempic sejam totalmente ultrapassadas com esta medida.
"O problema não é só meu e há mais pessoas nessa situação", salientou a utente, que foi informada que só voltaria a ter acesso ao medicamento na farmácia do hospital -- comprimidos de toma diária -- "dentro de uma a duas semanas".
O seu médico particular, Theodor Morell, administrava-lhe narcóticos pesados e chegou a dar-lhe 800 injeções. O Führer sofreu de Parkinson nos últimos tempos de vida.
Drogas vivas no corpo durante meses, robôs que operam com menos danos, implantes milimétricos de gelatina, terapias que salvam vidas e estão a tornar crónica a terrível doença.