A proteína que o pode matar
É pior que o colesterol mau, porque aumenta seis a sete vezes a probabilidade de um enfarte ou AVC. Não há ainda um fármaco que a consiga reduzir, mas já há ensaios em curso - e testar-se pode evitar o pior.
É pior que o colesterol mau, porque aumenta seis a sete vezes a probabilidade de um enfarte ou AVC. Não há ainda um fármaco que a consiga reduzir, mas já há ensaios em curso - e testar-se pode evitar o pior.
Os PAP permitem ao doente aceder a medicamentos inovadores antes da sua autorização de introdução no mercado em Portugal ou, nalguns casos, já após essa autorização, mas antes da decisão de financiamento no âmbito do SNS.
Processo prevê o envolvimento dos médicos de família.
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
Um dos maiores riscos apontados pelos especialistas é a ausência de sintomas imediatos.
O Infarmed refere que a Towa Pharmaceutical irá proceder à recolha voluntária de nove lotes referentes aos medicamentos Sertralina toLife 50 e 100 miligramas.
Já não é só uma moda - metade da população toma e, com frequência, mais do que um. Atuar na prevenção é bom, mas tem de haver uma justificação para o fazer, ressalvam os especialistas, porque estes produtos não estão isentos de riscos, nem são uma pílula milagrosa. Conheça as verdades e os mitos.
Segundo um estudo agora divulgado.
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
Na verdade existe, chama-se naltrexona e destina-se a tratar as dependências desta substância - não para um uso recreativo. Profissionais de saúde no Reino Unido sugerem que poderia ajudar a combater os excessos das festividades.
Trabalho foi publicado na revista Cardiovascular Research.
A comparticipação destes remédios pode ter um custo de €600 milhões por ano. Mas especialistas apontam para os benefícios.
Há cada vez mais jovens em sofrimento psicológico e temos de criar ferramentas para ultrapassar esta situação, alerta o psiquiatra.
Nomeação de Jim O'Neill surge após a Casa Branca ter demitido Susan Monarez da direção do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças.
José Silva Nunes, presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, não acredita que as dificuldades que os pacientes com diabetes têm em aceder a medicamentos como o Ozempic sejam totalmente ultrapassadas com esta medida.
"O problema não é só meu e há mais pessoas nessa situação", salientou a utente, que foi informada que só voltaria a ter acesso ao medicamento na farmácia do hospital -- comprimidos de toma diária -- "dentro de uma a duas semanas".