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Repórter SÁBADO: Ministério Público acusa Ricardo Rajani de burla qualificada

Repórter SÁBADO: Ministério Público acusa Ricardo Rajani de burla qualificada

Em março, o Repórter SÁBADO deu a conhecer Ricardo Rajani. Já foi o melhor imobiliário de Portugal e estava a ser acusado por vários colegas e clientes de burlas milionárias. Quatro meses depois, Rajani está agora acusado pelo Ministério Público de burla qualificada e falsificação de documentos. Revelamos os pormenores da acusação e o destino do dinheiro, que, segundo o MP, serviu para tudo menos para investimentos imobiliários que prometia aos lesados. Uma investigação para ver esta noite, pelas 21h40, no canal NOW.

Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

Lusa

GNR apreende 18 tuk-tuk em Lisboa e Sintra com matrículas e documentos falsos

"No seguimento de uma investigação que decorria há cerca de um ano, por falsificação de documentos, legalização e atribuição de matrículas aos veículos afetos a atividades de âmbito turístico, os militares da Guarda realizaram diligências policiais que culminaram com o cumprimento de dois mandados de busca em armazéns onde se encontravam as viaturas", refere o comunicado.

Rui Avelar

Detido pela PJ era representante fiscal de cerca de 18 mil imigrantes

Operação da PJ teve como objetivo "desmantelar um grupo criminoso" presumivelmente dedicado à "prática reiterada de crimes de auxílio à imigração ilegal, corrupção, branqueamento de capitais e falsificação de documentos". Foram detidas 13 pessoas e apreendidos bens de luxo e quantias avultadas em dinheiro.

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