Presidente dos EUA diz que vai enviar navio-hospital para a Gronelândia
Mensagem é acompanhada por uma imagem, aparentemente gerada por IA, que mostra o USNS Mercy a navegar em direção a um horizonte de montanhas nevadas.
Mensagem é acompanhada por uma imagem, aparentemente gerada por IA, que mostra o USNS Mercy a navegar em direção a um horizonte de montanhas nevadas.
As Forças Armadas francesas iniciaram os exercícios “Orion 26”, o maior treino militar no país em vários anos. A operação envolve cerca de 10 mil militares e deverá mobilizar mais de 12 mil tropas na fase seguinte, contando ainda com a participação de mais de 20 países aliados.
Manobras têm como objetivo preparar os Guardiões "para ameaças de segurança e militares potenciais".
O Irão lançou novas manobras militares no Estreito de Ormuz e áreas adjacentes no sul do país, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. O exercício decorre em vésperas de uma nova ronda de negociações com os EUA sobre o programa nuclear iraniano.
As declarações do oficial militar italiano surgem no meio das tensões sobre as aspirações dos Estados Unidos de controlar a ilha da Gronelândia, um território autónomo, mas dependente de outro aliado, a Dinamarca.
Entretanto, já foram mobilizados militares franceses para a ilha, para ajudar a defender os interesses do Ártico.
Com as tensões entre Copenhaga e Washington a escalarem, o governo dinamarquês enviou esta segunda-feira mais uma centena de militares para a Gronelândia. Os representantes do país nórdico cancelaram também a presença no Forum Económico Mundial, em Davos.
Na véspera de se encontrar em Bruxelas com representantes da ilha do Ártico e da Dinamarca.
Exercícios estão relacionados com a ameaça da Rússia.
A Rússia fornecia armas à Venezuela em troca de petróleo e a China era a principal consumidora. Agora, com a invasão norte-americana, os rivais de Trump estão impedidos de acederam às maiores reservas petrolíferas do mundo.
Estados Unidos realizaram, este sábado, uma ação militar relâmpago para capturar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a mulher, Cilia Flores.
O Ministério da Defesa de Taiwan denunciou “diversos tipos de hostilidade militar e operações de desinformação” por parte de Pequim e confirma a ativação de um centro de resposta.
O incidente ocorreu na zona de Mika, e afetou uma linha de transporte de passageiros sem que haja registo de feridos.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, supervisionou exercícios militares realizados em Caracas, na quinta-feira, num momento de tensão com os EUA devido ao envio de navios de guerra americanos para o Caribe.
Seul e Washington anunciaram esta quinta-feira que vão iniciar este mês os exercícios militares anuais em grande escala para se reforçarem contra as ameaças norte-coreanas.
As Forças Armadas chinesas anunciaram hoje novas manobras em torno de Taiwan, envolvendo unidades do exército, marinha, aviação e força de foguetões, "num aviso sério às forças separatistas que procuram a independência da ilha".