Ex-adjunto do Ministério da Justiça acusado de quase 8 mil crimes de pornografia e abuso de menores
Segundo a acusação, os ficheiros apreendidos evidenciam "atos de violência e sadomasoquismo".
Segundo a acusação, os ficheiros apreendidos evidenciam "atos de violência e sadomasoquismo".
Em prisão preventiva desde dezembro de 2025, Paulo Abreu dos Santos está indiciado por 576 crimes qualificados de pornografia de menores e dois crimes de abuso sexual de crianças.
Tirso Faria disse ao "Público" que o deputado Rui Afonso "inscreveu dezenas de membros [do 1143] no partido, pagou-lhes meses de quotas e quantias para irem votar".
Paulo Abreu dos Santos esteve num encontro promovido por Catarina Sarmento e Castro.
Paulo Abreu dos Santos, de 38 anos, está indiciado de mais de 500 crimes de pornografia de menores e dois de abuso sexual de crianças.
Adjunto da ex-ministra da justiça admitiu ter abusado sexualmente de duas crianças. Sabe-se agora que frequentava uma casa de culto e que aqui poderão ter ocorrido alguns dos abusos.
Seis vídeos, encontrados durante as buscas da PJ, mostram que Paulo Abreu dos Santos colocou câmaras ocultas em espaços privados para gravar a intimidade de homens adultos. Ministério da Justiça afasta a hipótese de estes terem sido gravados no edifício.
Paulo Abreu dos Santos terá cometido parte dos crimes através de um computador presente no gabinete do Ministério da Justiça.
Ao contrastarmos o modelo português com os gigantes da inteligência europeia emerge uma assimetria profunda.
O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), presidido por um coletivo de cinco juízes, foi marcado para cinco datas: hoje, quarta-feira e para a próxima semana nos dias 09, 10 e 12.
Ex-presidente brasileiro aarisca uma pena de mais de 40 anos de prisão.
Um enganou pessoas em negócios, outros demitiram-se por questões éticas - e há quem tenha arranjado trabalho para a família. PSD, PS e Chega insistem em candidatos com casos.
Tinha uma jurisdição local, em Moçambique, e uma rede de informadores. Contudo, rivalizava com a polícia política para ter mais recursos: uma de muitas guerras por contar. A investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa faz revelações surpreendentes no seu novo livro, a ser lançado no próximo dia 27.
Ex-adjunto de Galamba saiu do ministério das Infraestruturas com o computador que lhe estava atribuído para serviço e acabou por o entregar, mais tarde, aos agentes do SIS.
Dezenas de dirigentes e militantes socialistas ainda lideram setores-chave da Administração Pública. Quando exonera, Governo gere calendário das comissões de serviço para não pagar indemnizações.