Portugal é o país da UE onde se faz menos desporto
A faixa etária mais ativa em Portugal é a dos jovens entre os 15 e os 24 anos.
A faixa etária mais ativa em Portugal é a dos jovens entre os 15 e os 24 anos.
Enquanto muitos portugueses estavam de férias, começaram a entrar em funcionamento novas regras destinadas a tornar mais transparente a relação entre quem decide e quem procura influenciar as decisões públicas.
Na semana em que os peregrinos chegam a Fátima, muitos deles a pé, publicamos um artigo em que se dá conta do aumento de programas e viagens de caminhadas e de clubes de corrida. Praticar estas atividades em grupo passou a ser um novo foco de socialização e até de encontros amorosos. Calcemos uns ténis, que é quanto basta, para conhecermos esta realidade ao ar livre
A diferença está em saber o que é mais importante para os europeus neste período de instabilidade geopolítica: uma política externa a uma só voz ou, às vezes, sem voz? Ou uma postura internacional mais veloz, mas potencialmente a mais vozes?
Monitoriza desinformação, coordena informação classificada, lança equipas de ação rápida nas redes. Bruxelas acelera o passo contra ameaças externas.
O Presidente do Conselho Europeu, António Costa, defendeu esta quinta-feira que Portugal é um dos países do bloco "mais firmes" no apoio à União Europeia (UE), facto assegurado pelo Eurobarómetro. Costa falou ainda num “enorme prazer e honra” em receber Marcelo Rebelo de Sousa em Bruxelas.
As fontes integrantes do indicador composto do CPI não só não medem todos os fatores ou riscos corruptivos do “setor público”, incluindo administrativo, como integra fatores e riscos corruptivos que respeitam ao sistema e governação política e económico.
Em sentido contrário, Grécia e França são os países onde os cidadãos têm menos confiança na capacidade de a UE proteger os seus cidadãos.
Portugal é o único país da União onde a principal preocupação não são as guerras, mas sim os desastres naturais.
Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.
Com a velocidade a que os acontecimentos se sucedem, a UE não pode continuar a adiar escolhas difíceis sobre o seu futuro. A hora dos pró-europeus é agora: ainda estão em maioria e 74% da população europeia acredita que a adesão dos seus países à UE os beneficiou.
O presidente norte-americano tem a intenção de interferir ativamente nas eleições europeias, direcionar as relações transatlânticas em direções a valores mais conservadores e juntar os líderes populistas no tema da liberdade de expressão.
O que falta para encher o resto do copo é, por um lado, preservar as conquistas do projeto europeu relativamente à paz, ao progresso e à prosperidade e, por outro, encontrar a unidade e a ambição para fazer o que ainda não foi feito.
O IPC é sobre perceção da corrupção, não é sobre corrupção, não mede a corrupção verificada ou prevalente num determinado país ou território autónomo.
Na verdade, não há uma crise migratória na Europa. Há uma crise de liderança do centro-esquerda, do centro-direita e dos liberais que deixaram os radicais tomar conta do debate.
A corrupção é um problema grave para 93% dos portugueses. E os deputados? Enviámos aos 230 um inquérito científico sobre o tema. Conclusão: não querem saber. Só quatro responderam.