Conflito no Médio Oriente castiga vendas da Louis Vuitton
As vendas da gigante do luxo caíram 9% no primeiro trimestre, muito acima do que antecipavam os analistas. O mercado do Médio Oriente representa cerca de 6% das vendas da Louis Vuitton.
As vendas da gigante do luxo caíram 9% no primeiro trimestre, muito acima do que antecipavam os analistas. O mercado do Médio Oriente representa cerca de 6% das vendas da Louis Vuitton.
Modi tem sabido interpretar as oportunidades desta nova ordem de geometria variável e fez acordos comerciais com Reino Unido, União Europeia e EUA em poucas semanas. A Índia será um poder crescente de potencial elevado. Zelensky foi obrigado a explicar que para haver eleições terá de haver, antes, um cessar-fogo e garantias de segurança. A insistência de Trump no tema reforça suspeitas de que Putin tem mesmo o Presidente dos EUA na mão.
Este ano de 2025 acabou com a Ordem Internacional Liberal. Parece vir aí uma nova Ordem das Grandes Potências, baseada na Força, já não nas regras. Mas ainda só estamos a iniciar a Transição. Trump fez um primeiro ano de segundo mandato desastroso. Putin agradece e tentará, em 2026, aproveitar o triunfo de ter "conquistado" Washington, apesar de, no terreno, ter falhado a tomada de Kiev. Preparem-se para alguns anos de incerteza, risco e nevoeiro. Nós, europeus, ainda não sabemos lidar com a perda americana
Cerca de 140 drones e 23 mísseis foram direcionados a Lviv.
Nos últimos 21 anos, as tendências do turismo sofreram mudanças drásticas, mas o que nos reserva o futuro das viagens? Eis os destinos que vão estar na moda nas próximas duas décadas e porquê.
Os cinco maiores gastadores militares - EUA, China, Rússia, Alemanha e Índia - foram responsáveis por 60% do total global, com despesas combinadas de 1,635 biliões de dólares.
Reconhecimento foi feito durante uma conversa entre o secretário de Estado dos EUA e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca, à margem da reunião da NATO.
A “paz apressada” que Trump quis dar a Putin é muito mais que a capitulação da Ucrânia: é uma humilhação à Europa, selada pelo discurso “moralista” de J. D. Vance em Munique. E consolida o fim da Ordem Liberal, sucedida pelo regresso da competição regulada pelas Grandes Potências. Putin vence, perdemos todos.
Mercados reagiram ao anúncio do presidente eleito, penalizando os mercados afetados e valorizando o dólar. Para o republicano está em causa a luta contra as drogas e o controlo da imigração ilegal.
Luís Montenegro afirmou, na primeira vez que Portugal participa na cimeira do G20 como observador a convite do anfitrião Brasil, que "quebrar ciclos intergeracionais de pobreza é uma das prioridades de Portugal".
O Fórum Económico Europeu reúne-se esta semana em Davos sob o tema "Reconstruir a confiança". Altos representantes dos EUA, China, Israel e Ucrânia vão a Davos.
Criticado por correr poucos riscos, António Guterres tem sido mais assertivo sobre a guerra em Gaza. A tirada do “vácuo” foi um deslize que não comprometerá a sua aposta na ajuda humanitária, dizem vários analistas. A sua atitude agrada dentro da ONU, que já perdeu 59 pessoas em Gaza – e enfurece o Governo de Israel.
Esta semana, Vasco Rato, João Carlos Barradas e Nuno Tiago Pinto discutem as visitas do secretário de Estado dos EUA à China e do presidente da Índia aos EUA.
Xi Jinping recebeu Antony Blinken, em Pequim. É o primeiro sinal de aproximação entre os dois países depois da viagem ter sido adiada após o abate do balão-espião chinês em solo americano. As duas potências tentam reatar relações, mantendo a distância.
As máquinas passaram a ser os principais intermediários, e até interlocutores, dos seres humanos, como comprova o episódio do "computador voador" do nosso Ministério das Infraestruturas.
Este tipo de balões estão normalmente equipados com alta tecnologia de recolha de imagem que oferecem uma monitorização de curto alcance. Muitos contêm aparelhos de orientação, conseguem recolher sinais eletrónicos e intercetar comunicações.