Sábado – Pense por si

Filomena Alves tem uma doença genética sem cura. Diz que o diagnóstico é “uma guilhotina sobre a cabeça”
Lucília Galha

Quando o diagnóstico faz mais mal do que bem

Há situações em que receber a notícia torna doentes pessoas que, até aí, eram saudáveis. Noutras, haver uma alteração pode não significar doença, mas já se instalou a dúvida. Será sempre melhor saber?

'Povo Unido contra a troika' sai hoje à rua
Maria Henrique Espada

A vida numa economia congelada: como se vive num país falido

Primeiro as más notícias: na terça‑feira, as taxas de juro da dívida a cinco anos chegaram aos 9,02% e o País ficou apenas um nível acima de “lixo”, depois de a agência Standard & Poor’s ter voltado a baixar o rating. Agora as péssimas notícias: nos próximos anos, a sua vida será ainda pior. Para saber o que deve esperar, a SÁBADO preparou um dossiê especial onde lhe conta o que vai mudar em Portugal, o que aconteceu na Grécia e na Irlanda com a entrada do FMI e o que pretendem fazer PS e PSD se ganharem as eleições.

Cátia Silva tem 37 anos, é madrasta há quatro, com dois  enteados (de 6 e 11) e um filho (de 7) do anterior relacionamento
Raquel Lito

Árvore de família com ou sem madrastas?

Com o Dia da Mãe à porta, a 3 de maio, as questões ganham relevo: como lidar com os enteados, não sendo a má da fita, mas estabelecendo regras. Cinco mulheres contam à SÁBADO os desafios dos núcleos familiares recompostos, onde estão inseridas, e que aumentaram 17,9% numa década. Veja o vídeo.

Em 2013, chefiava a Unidade Nacional de Contraterrorismo e desmantelava a famosa “rede do Multibanco”
Carlos Rodrigues Lima

Luís Neves. Um ministro que fez “faísca” na PJ

Se gerir a Administração Interna com o ritmo que imprimiu na PJ, os secretários de Estado terão motivos de preocupação. Já acordou um procurador às 3h da manhã e marcava reuniões fora de horas. Mas no último dia chorou.

Liliana Gouveia foi diagnosticada com 5 anos. As suas crises acontecem sempre à noite
Lucília Galha

Liliana vive há 33 anos com epilepsia, sem qualquer limitação

Trabalha na área em que se formou, tem uma filha e vai ao ginásio. Não tem uma convulsão há mais de uma década e as crises estão controladas. O único senão são os efeitos secundários da medicação. Apesar de ter uma vida normal, considera que a maioria das pessoas não sabe lidar com a doença - e sente o estigma. Esta segunda-feira, 9 de fevereiro, assinala-se o Dia Internacional da Epilepsia.

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