Moedas diz-se "alarmado por muitas situações" que comprometem segurança em Lisboa
Autarca destacou o investimento da CML em videoproteção, assim como na reabilitação de seis esquadras e na procura de "mais casas para os polícias".
Autarca destacou o investimento da CML em videoproteção, assim como na reabilitação de seis esquadras e na procura de "mais casas para os polícias".
E ainda a diretora do MUDE sem concurso e contrato e contrato, Álvaro a mandar avaliar água e ar e Suzana Garcia manda Carlos Moedas queixar-se menos e trabalhar mais.
Ministro da Administração Interna quebrou o silêncio sobre a polémica contratação de um empreiteiro, seu amigo pessoal, para obras na PJ.
Os juízes salientaram que há "fortes indícios" de que os arguidos cometeram os crimes e que é "previsível que sejam alvo de penas de prisão efetivas quando julgados".
Estamos a falar da normalidade quotidiana de uma parte significativa das mais de mil instalações policiais que o Ministério da Administração Interna admite tutelar, muitas delas, nas palavras da própria tutela, em situação deficitária.
O PSD faz de conta que não sabe que ir para a cama com alienígenas, pequenos monstros verdes, poços de veneno, gente com Ébola, damas envenenadoras como na Renascença, ou com o Chega, é sair de lá irremediavelmente envenenado e com a pele a mudar de cor, e pequenos vermes no cérebro
Conhecido como “o polícia antirracista”, tornou-se incómodo por apontar o dedo ao preconceito no interior da PSP. O caso da esquadra do Rato devolve à memória as denúncias.
O Colégio Moderno não vai aceitar a renovação da matrícula dos alunos de 16 e 17 anos envolvidos num episódio de confrontos físicos em Lisboa que se tornou viral nas redes sociais – na madrugada de 25 de abril, os jovens atacaram um refugiado iraquiano na Alameda D. Afonso Henriques.
No caso da esquadra do Rato, as vítimas foram escolhidas a dedo: imigrantes sem documentos, toxicodependentes, sem-abrigo, pessoas que o próprio Ministério Público descreve como "os seres humanos mais fragilizados".
Luís Neves já tinha admitido, esta quarta-feira, o encerramento de esquadras da PSP em algumas zonas urbanas.
"Não aceitamos que, perante a desvalorização da carreira e a baixa adesão aos concursos, o Governo privilegie a exposição mediática em detrimento de soluções sólidas", acusa.
Montenegro avançou também que está a ser preparada uma "reorganização dos serviços prestados" nas esquadras da PSP do Porto, Lisboa e Setúbal, para libertar cerca de 500 agentes para "funções de patrulhamento".
A PSP referiu também que se seguirão "diligências em termos processuais penais e disciplinares para apuramento dos factos imputados ao suspeito".
A PSP refere também que "seguir-se-ão diligências em termos processuais penais e disciplinares para apuramento dos factos imputados ao suspeito".
Magistrada criticou duramente os agentes da PSP, dizendo que revelaram um “profundo desrespeito pela dignidade dos ofendidos”. Quatro polícias ficaram em prisão preventiva, dois com suspensão de funções e oito saíram em liberdade
Juíza de instrução decretou as medidas de coação aos agentes suspeitos de tortura policial.