OE2027: Professores pedem mais investimento na Educação e valorização da carreira
O Governo prevê uma verba de €7.787,9 milhões para a educação, o que representa um reforço de 1,5% em relação ao ano passado.
O Governo prevê uma verba de €7.787,9 milhões para a educação, o que representa um reforço de 1,5% em relação ao ano passado.
Será formalizada sexta-feira junto da Procuradoria-Geral da República.
O populista André Ventura não se queria associar. Na véspera, anunciou o voto contra. No Parlamento, puxou a si a intervenção para falar grosso. Mas a montanha pariu um rato. Já com as votações a decorrer, é anunciado um acordo escrito para deixar passar o projeto.
Turma de quarto ano da Escola Básica Rainha Santa Isabel, em Lisboa, continuam sem docennte.
A líder parlamentar do partido, Paula Santos, justificou o agendamento com a "necessidade de respostas para a resolução dos problemas da escola pública", criticando um regresso às aulas em que as dificuldades persistem e "estão a agravar-se".
Partido considera que esta é uma "situação grave" e que os responsáveis políticos "têm de ser responsabilizados".
Voltámos a falar a sério de escolas, de professores e daquilo que é desejável que aconteça dentro de uma sala de aula. E essa parece ser a melhor - senão a única - boa notícia do PISA para Portugal.
Filinto Lima saudou a solução encontrada, que passou por distribuir os alunos pelas turmas que já existiam. "Não se formaram novas turmas", explicou.
De acordo com Fernando Alexandre, "a grande maioria destes casos são casos de matrículas tardias, ou seja, que surgiram há duas semanas e na semana passada".
Segundo a Fenprof só no concelho de Sintra existem 744 alunos sem escola e em Lisboa 550.
Questionado sobre o arranque do ano escolar, José Luís Carneiro referiu ser "a primeira vez que acontece na escola pública as crianças chegarem ao início do ano letivo e não terem escola".
Há ainda centenas de alunos que continuam sem colocação numa escola pública no início deste ano letivo.
FNE admite vantagens pedagógicas na integração, mas avisa que a reforma não pode servir para colmatar a falta de professores nem reduzir contratações. A federação exige negociação prévia e garantias de melhores condições para docentes e alunos.
Quase metade dos alunos (44%) reconhece que a falta de professores afeta a qualidade do seu ensino.
Segundo um relatório da Pordata.
Édouard Philippe e Jean-Luc Mélenchon disputam o segundo lugar, havendo sondagens que dão vantagem a um e outras ao outro.