Sábado – Pense por si

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Debbie agradece ao seu salvador
Luísa Oliveira

Documentário: Unidos para sempre pelo 11 de Setembro

Marilyn atirou-se de uma janela do Pentágono em chamas para os braços de Craig. Passaram-se 25 anos e nunca mais souberam um do outro. Voltam agora a estar juntos, entre agradecimentos, abraços fortes e memórias desfiadas, numa série que reúne pela primeira vez estes heróis e os seus sobreviventes

Polémica influencida

Há famosíssimo (?) que aproveita a nega que deu para agora abrir o altifalante. Não foi, não foi. A sua tanta falta sentiu-se como um bikini na Sibéria.

Maria dos Anjos com as filhas, Filipa (à esquerda) e Rita (à direita), antes da doença
Lucília Galha

Maria dos Anjos era cuidadora e passou a ser ela a precisar de cuidados. As filhas gémeas nunca largam a mãe

Recebeu o diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica dois dias antes de entregar a tese de doutoramento. Era enfermeira e dedicava-se a cuidar dos outros. Hoje, já não consegue falar, andar, comer ou respirar sozinha - são as filhas que cuidam dela a tempo inteiro. O diagnóstico mudou tudo, mas não lhes retirou a felicidade, garantem. Este domingo, 21 de junho, assinala-se o Dia Mundial desta terrível doença.

Utentes do Centro Social do Orvalho participam no projeto Dar Cor, coordenado pela arquiteta Lúcia Vaz Pato (à esq.)
Raquel Lito

Neuroarquitetura: quando as paredes melhoram a vida das pessoas

Um espaço branco pode ser austero, não contribuindo para o bem-estar de quem lá reside. Num lar de Orvalho (Castelo Branco), a associação Causa desenvolveu o projeto Dar Cor: os utentes pegaram em rolos e trinchas e ficaram felizes. A coordenadora e arquiteta Lúcia Vaz Pato explica à SÁBADO como se deu a transformação e o projeto em curso noutro lar.

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