Tratar as doenças crónicas
Em breve haverá novos medicamentos para doenças hepáticas, cardiovasculares e renais. E ainda: a escola que funciona no hospital D. Estefânia; entrevista com o ex-futebolista Kenedy
Em breve haverá novos medicamentos para doenças hepáticas, cardiovasculares e renais. E ainda: a escola que funciona no hospital D. Estefânia; entrevista com o ex-futebolista Kenedy
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
DGS recomenda que os cidadãos evitem mudanças bruscas de temperatura, se vistam por camadas, protejam as extremidades com gorro, luvas e meias quentes e usem calçado antiderrapante para evitar quedas.
Já receberam a vacina 39% das pessoas com 65 ou mais anos de idade e 44,6% das pessoas com doenças crónicas.
Eliminam a sensação de fome e estão a revolucionar o tratamento da obesidade e de outras doenças crónicas provocadas pelo excesso de peso. Apesar de ter sido o primeiro país da Europa a declarar a patologia como uma doença crónica, Portugal ainda não comparticipa estes fármacos. Um erro e uma injustiça, defendem os especialistas.
Há medicamentos que estão a revolucionar os tratamentos da obesidade e de outras doenças crónicas provocadas pelo excesso de peso. O problema é que estes fármacos ainda não são comparticipados. E ainda: um Nobel especial; o mundo de D. Estefânia e o sucesso do Repórter SÁBADO.
Proteína animal ou vegetal? Fruta biológica ou de cultivo tradicional? Todos os dias somos inundados de novas dietas e conselhos de como perder peso e fazer uma alimentação saudável. Alguns deles podem levar a doenças crónicas. Quatro especialistas repõem a verdade.
A mortalidade aumentou sobretudo nos grupos etários mais idosos e nas pessoas com doenças crónicas.
Aquilo que come pode proporcionar-lhe saúde e bem-estar ou doenças crónicas e perda de qualidade de vida. Mas não basta escolher os alimentos certos, há que saber como juntá-los e quando ingeri-los. Dez especialistas explicam tudo à SÁBADO.
"É plausível que estejamos à beira de uma nova vaga de doenças crónicas que surgirão daqui a 15 ou 20 anos devido a estas exposições", considera autor do estudo.
Mais de 60 doenças do nosso corpo têm correlação com o stress oxidativo provocado pelos radicais livres, como é o caso da maioria das doenças crónicas degenerativas.
As refeições pré-feitas ou de serviços takeaway aumentam o risco de excesso de peso e de doenças crónicas. Cozinhar em casa faz bem à saúde, é simples e económico: três chefs e quatro nutricionistas mostram como se faz.
A exposição a longo prazo à poluição está associada a doenças crónicas e a doenças cardíacas. A poluição do ar é o maior risco ambiental para a saúde pública.
Para o conjunto de entidades encabeçado pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia não pode haver melhoria da saúde da população nem sustentabilidade do SNS "sem medidas robustas de promoção da saúde e de prevenção das doenças crónicas".
Está provado: os alimentos podem ajudar a evitar doenças crónicas como a diabetes e o cancro. Já há até sensores de glicose para perceber o que fazemos mal quando comemos. Fizemos o teste, lemos os estudos mais recentes sobre alimentação, falámos com especialistas e gente que mudou hábitos.
Numa “radiografia” da saúde em Portugal ficamos a saber que o país perdeu população, está mais envelhecido e que os portugueses têm mais doenças crónicas.