Irmandade do ódio
A infiltração do extremismo nas polícias e no país não pode continuar a passar em silêncio.
A infiltração do extremismo nas polícias e no país não pode continuar a passar em silêncio.
Trinta e sete pessoas do grupo 1143 foram detidas na terça-feira em todo o país na operação "Irmandade".
Trinta e sete pessoas com "vastos antecedentes criminais" e "ligações a grupos de ódio internacionais" foram hoje detidas.
Entre os feridos estavam quatro mulheres e uma criança.
O protocolo entre os três organismos, PJ, INEM e IPST, foi assinado esta segunda-feira e o objetivo é criar uma cooperação para o transporte aéreo de órgãos e das respetivas equipas médicas de colheita.
O novo regime de retorno de estrangeiros ilegais, aprovado esta quarta-feira pelo Governo e que na sexta-feira vai ser colocado em consulta pública, vai passar a ser da competência exclusiva da PSP.
Quando há filas - e para cumprir os tempos de espera -, os polícias limitam-se a ver se o documento de identificação do passageiro corresponde à pessoa que vai viajar. As bases de dados nacionais e internacionais são ignoradas.
"É vantajoso para a privatização da TAP em geral que tudo o que houver a investigar seja investigado", afirmou Marcelo.
O País precisa de uma viragem de mentalidade. De um governante que olhe para a segurança com visão estratégica, pragmatismo e coragem. Que não fale apenas de leis, mas de pessoas, de sistemas, de tecnologia e de resultados.
Chefe da repartição de Benavente é o novo arguido no caso. A empresa que comprou um prédio à Federação Portuguesa de Futebol por €11,2 milhões revendeu-o por €13,8 milhões.
João Ribeiro avançou que alguns dos imigrantes tinham manifestação de interesse, extinto em 2024, mas outros já chegaram sem aquele instrumento e sem qualquer registo.
Polícia Judiciária diz que com "elevado grau de probabilidade" há um cidadão alemão, dois canadianos, um ucraniano e um americano entre os mortos que ainda não tinham sido identificados até agora.
O objetivo, explicou a PSP em comunicado, é que, "a médio prazo", a UNEF funcione com cerca de 2 mil pessoas, incluindo "polícias, técnicos especializados, prestadores de serviços e voluntários da sociedade civil e de organizações não governamentais".
Com a extinção do SEF, em 2023, algumas competências desta força de segurança passaram para a esfera da PSP.
Associação Sindical dos Profissionais da Polícia questionou a tutela sobre o que está a ser feito para combater este fenómeno, uma vez que a atual estratégia não está a resultar.
É diretor nacional adjunto da PJ há sete anos e está na estrutura há 44. Conta como a investigação criminal evolui à medida da complexidade dos crimes: os mais recentes envolvem cocktails de drogas para violação.