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Carlos Farinha: “Não é o facto de estar a festejar que faz a vítima ser culpada de um crime sexual”

Raquel Lito
Raquel Lito 15 de julho de 2025 às 23:00

É diretor nacional adjunto da PJ há sete anos e está na estrutura há 44. Conta como a investigação criminal evolui à medida da complexidade dos crimes: os mais recentes envolvem cocktails de drogas para violação.

Atento aos perigos da noite, o diretor nacional adjunto da Polícia Judiciária (PJ), Carlos Farinha, de 66 anos, revela os novos contornos dos crimes sexuais. Na bebida, o agressor coloca determinadas drogas com efeitos de amnésia, dormência e euforia, para que a vítima não ofereça resistência à violação. A prática preocupa as autoridades portuguesas e europeias: chama-se submissão química.

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