Quadro de referência do SNS prevê estagnação da cobertura de médicos de família até 2028
Estagnação fixa-se nos 85,3% até 2028.
Estagnação fixa-se nos 85,3% até 2028.
Documento foi assinado pelos ministros da Saúde e das Finanças e seguiu para publicação em "Diário da República" com caráter de urgência.
Presidente é o deputado do PS, Miguel Costa Matos.
Antigo diretor executivo do SNS apresentou a sua demissão em 2025. Na altura, a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde anunciou uma inspeção à eventual acumulação de funções públicas.
Segundo o responsável, a criação das urgências regionais permitiu reduzir constrangimentos, "mas não necessariamente evitá-los, porque o problema de fundo, que é a escassez de recursos humanos, subsiste".
Utentes podem optar por um quarto privado ou semi-privado, desde que hospitais tenham essa disponibilidade. Novas tabelas definem preços para SNS.
À aristocracia dos vencimentos mais altos – liderada pelo futebol, as maiores empresas cotadas e negócios como a advocacia – juntam-se os novos vencedores da economia: fundadores de unicórnios e barões de fundos. Muitos casos mostram que os maiores ganhos com o trabalho estão além do salário.
A ministra da Saúde exonerou oito conselhos de administração de hospitais antes do fim dos seus mandatos, o que abriu a porta a vários processos de indemnização. Pelo menos 12 gestores fizeram o pedido de compensação, dois já foram para tribunal.
Álvaro Almeida abordou o tema na comissão parlamentar de Saúde.
Líder do Chega referiu que "311 milhões de euros foram alienados do PRR e coisas como o Hospital Oriental de Lisboa já não vão avançar".
A urgência regional centralizada vai funcionar em dois polos: no Hospital Garcia de Orta, em Almada, e Hospital de São Bernardo, em Setúbal.
Álvaro Almeida respondeu a questões levantadas pelos deputados na comissão parlamentar de Saúde.
Sindicatos falam em situação de "extrema gravidade" e atribuem responsabilidades ao Conselho de Administração e ao Governo.
Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses deu conta disso ao Governo, nomeadamente à ministra da Saúde, e ao diretor-executivo do SNS, que nada fizeram.
Para variar convido-vos esta semana para uma viagem esperançosa pelo ano que poderíamos ter tido.
Segundo Álvaro Almeida, "há metade dos profissionais que fazem tolerância no dia 26 e outra metade no outro dia, e dessa forma asseguram alguma atividade normal, alguma atividade de consultas, cirurgias mais prioritárias, consultas agudas".