Montenegro garante estar empenhado em nomear rapidamente novo diretor da PJ
Primeiro-ministro sublinha que, apesar disso, que a PJ "está a funcionar com total regularidade" desde que Luís Neves foi nomeado ministro da Administração Interna.
Primeiro-ministro sublinha que, apesar disso, que a PJ "está a funcionar com total regularidade" desde que Luís Neves foi nomeado ministro da Administração Interna.
Luís Neves respondia às críticas que se têm vindo a fazer pelo facto de ter passado diretamente de diretor da PJ para o Governo.
A nomeação do ex-diretor-nacional da PJ para ministro da Administração Interna é uma grande carta de Montenegro, mas levanta muitas questões sérias.
Presidente da República já tinha lançado desafio na cerimónia de aniversário da PJ, em outubro. Sucessão na PJ será "prata da casa".
Cerimónia teve lugar em Belém com a presença em peso do Governo.
O futuro ministro manifestou no passado que ser polícia é "uma missão nobre", considerando que "não é possível continuar a ter salários tão baixos porque não é atrativo".
Desmantelou a ETA em Portugal, coordenou uma das maiores operações de sempre da PJ e foi defendido pela esquerda em matérias de migração.
Os elogios ao trabalho enquanto diretor da PJ são quase unânimes, mas há críticas e advertências e até silêncios, incluindo dos partidos do Governo.
Para o presidente da Liga, "é bom que o novo ministro da Administração Interna não esteja tão afastado daquilo que são as circunstâncias atuais e os problemas dos bombeiros".
Presidente da associação disse ter ficado "surpreso" com a nomeação do Diretor da PJ para o cargo de ministro.
Diretor da PJ vai substituir Maria Lúcia Amaral que se demitiu depois da onda de críticas à forma como atuou e geriu a resposta à depressão Kristin.
Luís Neves irá suceder a Maria Lúcia Amaral, que apresentou a sua demissão no início de fevereiro, e tomará posse na segunda-feira.
Candidatos Luís Marques Mendes e Jorge Pinto estiveram este sábado frente a frente no nono debate para as eleições presidenciais.
Foram detidos pela PJ 269 suspeitos de crimes sexuais, mais do que em todo o ano de 2024, quando foram detidos 251.
Há mais do que cinco pessoas em estado grave.
Grupo falsificava contas de redes sociais e convencia mulheres a enviarem conteúdo íntimo para depois as extorquir.