Sábado – Pense por si

Inimigos do novo presidente não suportam os novos tempos de mulheres de cabelo ao vento, cruzes nas igrejas e bares com licenças para vender álcool
Tiago Carrasco

Idlib, uma reportagem no bastião da revolução síria

Foi sempre a cidade que Bashar al-Assad não conseguiu dominar. Ahmed al-Sharaa tomou o poder da região como um terrorista ligado à Al-Qaeda que raptava cristãos e executava prostitutas. Há um ano, saíu de lá mais moderado para derrubar o regime e assumir os destinos do país. O que se passou em Idlib para o presidente mudar?

Mudar com radicalismo ou voltar a ganhar ao centro?

Mamdani fez História e percebeu o descontentamento, não só contra Trump mas também contra o Partido Democrata "oficial". A questão é: o radicalismo progressista que acaba de conquistar Nova Iorque deve ser adotado para a campanha presidencial de 2028? Os sucessos de Spanberger e Sherrill, mulheres democratas moderadas e centristas, na Virgínia e na Nova Jérsia, provam que há outras formas de se bater o "trumpismo". Talvez Gavin Newsom seja a solução intermédia.

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