Planeta em guerra: os 29 conflitos que não deixam o mundo em paz
Um mapa online reúne os maiores conflitos ativos em cinco continentes. Nem todos são guerras entre países, mas juntos ajudam a explicar a instabilidade global.
Um mapa online reúne os maiores conflitos ativos em cinco continentes. Nem todos são guerras entre países, mas juntos ajudam a explicar a instabilidade global.
A legislação suspenderia algumas penas de prisão de membros condenados do PKK e adiaria investigações e julgamentos que já se encontram em curso.
O reconhecimento e denúncia de genocídios tornou-se num jogo político cínico, evidente, por exemplo, na esquiva de Israel a reconhecer o genocídio arménio para não prejudicar as relações com Turquia e Azerbaijão, vitais na gestão de interesses na Síria e no confronto com o Irão.
A ocultação do Líder Supremo Mojtaba Khamenei está condenada ao fracasso devido à cultura político-religiosa do xiismo, à sofisticação da sociedade persa, e à relevância das minorias étnicas no Irão.
Netanyahu tem vários julgamentos por corrupção pendentes em Israel, mas o primeiro-ministro solicitou o adiamento das sessões por estar ocupado com a guerra iniciada pelo seu país e pelos Estados Unidos contra o Irão.
Numa altura em que 3,2 milhões já tiveram de abandonar as suas casas devido aos ataques israelitas e norte-americanos surguem dúvidas sobre a possibilidade de o conflito gerar uma nova crise humanitária.
As opções da política externa portuguesa podem ser a favor ou contra a acção americana e israelita, sujeitas a debate e contradição. Mas a base americana nos Açores e a sua utilização no ataque ao Irão é um aspecto distinto dessas opções na medida que há questões de soberania e um tratado, que importa saber se foi ou não cumprido.
Claro que, para Trump, o que está em causa é a tal estância balnear que ele quer construir em Gaza.
Primeiro-ministro de Israel pede ainda ao povo iraniano que se rebele.
Alican Uludag, jornalista turco da rádio e televisão pública alemã, será apresentado ao Ministério Público na sexta-feira.
As novas autoridades islamistas, que derrubaram Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, pondo fim a uma longa guerra civil, estão determinadas a estender sua autoridade a toda a Síria.
Segundo o comunicado, "os dois presidentes afirmaram a importância de preservar a unidade e a independência do território sírio".
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
Os confrontos, os mais violentos em Alepo desde a queda de Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, causaram a morte de pelo menos 21 civis desde terça-feira e obrigaram à fuga de aproximadamente 155 mil pessoas, segundo dados oficiais.
Foi sempre a cidade que Bashar al-Assad não conseguiu dominar. Ahmed al-Sharaa tomou o poder da região como um terrorista ligado à Al-Qaeda que raptava cristãos e executava prostitutas. Há um ano, saíu de lá mais moderado para derrubar o regime e assumir os destinos do país. O que se passou em Idlib para o presidente mudar?